Estamos um passo mais perto de computadores quânticos capazes de corrigir seus próprios erros
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR Os computadores quânticos prometem revolucionar a tecnologia mundial e processar dados impossíveis, mas sempre esbarraram na falta de estabilidade física de suas peças mais valiosas. Agora, pesquisadores norte-americanos criaram um mecanismo capaz de corrigir essas falhas no exato momento em que elas acontecem dentro da placa principal da máquina.
A grande mágica dessas máquinas acontece por causa dos qubits , que funcionam de uma maneira totalmente fora do padrão em relação aos nossos chips atuais de silício. Eles conseguem assumir os valores de zero, um ou os dois simultaneamente, o que injeta um ritmo violento nos dados das contas de laboratório. O relato valioso da equipe estrangeira na página do ScienceAlert reforça o tamanho dessa evolução e comprova o potencial gigante da nova arquitetura.
Apesar de mastigar um caldeirão de números quase no piscar dos olhos, os componentes exigem um ambiente blindado para continuarem ligados sem desligar a tela. A máquina em estado normal demanda um controle pesado e constante dos técnicos, apenas para manter a leitura firme e as informações nos lugares certos.
Os circuitos poderosos operam em um formato muito frágil e qualquer variação externa microscópica joga todo o trabalho longo no lixo sem cerimônia. A mínima alteração no calor da sala ou até um tremor rápido deforma o resultado e obriga os cientistas a ligarem os cabos novamente. Para arrumar o problemão da estabilidade, os pesquisadores publicaram um material denso na Nature Physics, detalhando uma saída prática e viável para o mundo da computação.
Separamos três motivos principais que explicam por que essas peças dão tantas dores de cabeça pesadas na hora de executar o serviço pesado.
O time audacioso usou um superprocessador bruto, batizado de IBM Quantum Heron , capaz de gerenciar a marca de 156 conexões de altíssimo padrão. A galera de jaleco aplicou uma dinâmica proposital que injetava um mar de bagunça aleatória no processamento, para em seguida ligar o ciclo de limpeza da estrutura eletrônica.
O movimento consistia em espalhar o caos total e, logo em seguida, rodar uma varredura de organização para salvar a saúde geral do processo cibernético. Ao longo de 5.000 testes executados e medidos, a placa conseguiu vencer os defeitos sempre que os checadores e resets passaram de 50% do volume do teste.
A comparação dessas duas arquiteturas de circuitos escancara os motivos que fazem projetos assim queimarem tantos bilhões de dólares anuais de marcas grandiosas. O sistema clássico é seguro para rodar nossos programas diários, mas amarga poeira feia quando o desafio das indústrias tenta simular reações biológicas complexas inteiras em poucas horas de relógio.
Montamos uma comparação bem direta para deixar as principais diferenças de capacidade no modo de processar e ler dados de cada máquina claras.
A realidade nua e crua é que as gigantes do varejo não vão vender um aparelho desse porte na prateleira nos próximos 10 anos por causa dos custos surreais de fabricação.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.