Internato estruturado revoluciona a formação médica
A transição da sala de aula para a rotina diária nos serviços de saúde é o momento crucial na graduação em Medicina.
Nos últimos dois anos do curso, os estudantes realizam o internato, período de imersão prática em cenários reais de atendimento.
Mas enquanto o formato convencional pode apresentar sobrecarga de trabalho, volatilidade na demanda dos plantões, pouca orientação direta, escassez de casos e ausência de metas pedagógicas formais, o internato estruturado combina planejamento rigoroso, acompanhamento constante dos médicos preceptores e foco no desenvolvimento da autonomia progressiva dos acadêmicos.
No Paraná, esse modelo é utilizado no curso de Medicina do Centro Universitário Integrado de Campo Mourão, que conta com 12 turmas e cerca de 900 graduandos.
Recentemente, a instituição recebeu do Ministério da Educação (MEC) a nota máxima (5) no Conceito Institucional, foi eleita como o melhor centro universitário do estado e possui uma das formações médicas mais bem avaliadas da região.
Previsibilidade e equidade na formação O ciclo final da graduação no Integrado é dividido em módulos de oito semanas.
O cronograma garante a vivência equilibrada e segura do aluno pelas cinco grandes áreas da medicina: Clínica Médica, Cirurgia, Ginecologia e Obstetrícia, Pediatria e Saúde Coletiva.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Paraná.