quinta-feira, 20 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Ministro israelense divulga vídeo de estrutura para execuções de presos palestinos Em meio a incêndios no sul do Líbano, moradores acusam Israel de queimadas deliberadas Um Milhão de Cisternas: programa que transformou o Semiárido China e Coreia do Sul retomam diálogo em meio a tensões de ambos países com EUA EUA: candidatos apoiados por Trump perdem nas primárias republicanas Egito, Catar e Turquia condenam novos ataques israelenses que mataram dez palestinos em Gaza Irã acusa Trump de ‘terrorismo econômico’ após ofensiva comercial Espanha realoca migrantes em Ceuta e transfere ao menos 500 menores para o país Dívida dos EUA bate recorde de US$ 40 trilhões nos governos Trump e Biden Infância e violência nas redes sociais Ministro israelense divulga vídeo de estrutura para execuções de presos palestinos Em meio a incêndios no sul do Líbano, moradores acusam Israel de queimadas deliberadas Um Milhão de Cisternas: programa que transformou o Semiárido China e Coreia do Sul retomam diálogo em meio a tensões de ambos países com EUA EUA: candidatos apoiados por Trump perdem nas primárias republicanas Egito, Catar e Turquia condenam novos ataques israelenses que mataram dez palestinos em Gaza Irã acusa Trump de ‘terrorismo econômico’ após ofensiva comercial Espanha realoca migrantes em Ceuta e transfere ao menos 500 menores para o país Dívida dos EUA bate recorde de US$ 40 trilhões nos governos Trump e Biden Infância e violência nas redes sociais
Últimas

Escudo das Américas de Trump abre cada vez mais portas para a hegemonia dos EUA no continente

Veja ·
Escudo das Américas de Trump abre cada vez mais portas para a hegemonia dos EUA no continente

Lançado em março com a pompa habitual desta era trumpista, o Escudo das Américas chegou para “obliterar o narcoterrorismo”, um termo forjado na mesma era, através de um esforço conjunto dos Estados Unidos com seus parceiros na América Latina.

Na teoria, um esforço louvável.

Na prática, uma manobra da Casa Branca para selar o domínio sobre uma região que considera “sua” por direito.

Seja como for, a iniciativa é um sucesso, ancorado na sucessiva eleição de governos de direita nesta parte do globo.

Em cinco meses, o número de adesões subiu de doze para dezenove, sendo a Colômbia a mais recente — e também a mais radical: o recém-empossado presidente Abelardo de la Espriella ofereceu o país para ser a central de comando do projeto e receber tropas e equipamentos bélicos americanos em seu território, um tipo de operação militar que não era visto nessas paragens desde o século passado.

Às voltas com um terremoto que ceifou mais de 300 vidas e deixou milhares de desabrigados, De la Espriella, advogado de discurso inflamado e zero experiência política, declarou estado de emergência nos primeiros dias de mandato e viajou às áreas mais afetadas pelo tremor — onde, em uma cena insólita viralizada em vídeo e amplamente criticada, distribuiu bolas de futebol (com o nome de seu partido gravado) a crianças sem casa ou comida.

Nem por isso desviou o foco da promessa de acabar a toque de caixa com a violência que grassa no país há décadas, dando início às primeiras ações militares nos rincões e florestas que já foram reduto de guerrilhas de esquerda e hoje estão mais para corredor de contrabando de drogas.

O Escudo das Américas prevê o compartilhamento de inteligência e missões coordenadas entre os membros, de bombardeios a campanhas terrestres.

Trump, que vem interferindo abertamente a favor dos conservadores nas eleições do continente — a começar pelo pioneiro, o argentino Javier Milei, em 2023 — para concretizar o sonho de ver toda a região pensando e agindo à sua maneira, designou duas águias para administrar a operação: o secretário de Estado Marco Rubio, descendente de cubanos e ferrenho anticastrista, e o secretário de Defesa Pete Hegseth, ávido intervencionista.

Ou melhor, três: Kristi Noem, a “Barbie do ICE” defenestrada do Departamento de Segurança Interna, ganhou como consolação o título de “enviada especial” da Casa Branca para a nova entidade.

Em bloco, os governos ( veja no mapa ) capitaneados por aliados de Trump se propuseram a abrir as portas às Forças Armadas dos Estados Unidos, o que desperta fantasmas de intervenções passadas que levaram a ciclos de violência extrema na região.

Ler a notícia completa no Veja ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

Mais de Veja

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›