Dólar oscila perto da estabilidade e mercado acompanha sanções ao Irã
O dólar à vista oscilava perto da estabilidade ante o real na manhã desta segunda-feira (24), em linha com o comportamento da moeda norte-americana frente a divisas emergentes.
A abertura foi a R$ 5,1469, com alta de 0,03%.
Ao longo do pregão, a cotação chegou a R$ 5,1504, avançou 0,10%, passou a operar no campo negativo e depois voltou a subir levemente.
Às 10h20, o dólar à vista subia 0,25%, cotado a R$ 5,1570.
Na sexta-feira, a moeda encerrou o dia em queda de 0,93%, a R$ 5,1451, depois de renovar a mínima a R$ 5,1330.
No exterior, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de seis moedas fortes, também avançava sem força.
Ao mesmo tempo, o petróleo recuava mais de 1%, em movimento de correção após seis sessões consecutivas de alta.
Ainda assim, o Brent permanecia acima de US$ 90 por barril.
Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural! O mercado aguardava para a tarde o anúncio do secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, sobre novas sanções econômicas contra o Irã.
Os investidores avaliavam o alcance das medidas e os possíveis efeitos sobre a oferta de petróleo e o comércio internacional.
Nesta manhã, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, afirmou que qualquer cooperação de outros países com os Estados Unidos para executar o bloqueio econômico contra Teerã “certamente terá consequências”.
No Brasil, o mercado financeiro também monitorava o cenário eleitoral após as pesquisas Datafolha e BTG/Nexus divulgadas entre sexta-feira e esta manhã, que apontaram disputa mais acirrada entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), especialmente no segundo turno.
A trajetória fiscal a partir de 2027 seguia no radar dos investidores.
Na agenda doméstica, o Banco Central divulgou o Boletim Focus desta semana.
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