Como identificar azeite adulterado na hora da compra
As proibições de lotes de azeite de oliva pela Anvisa no início do ano acenderam um alerta para o consumidor na hora da compra.
A fraude, que consiste em misturar óleos mais baratos ao produto, é comum e pode enganar até os mais atentos, comprometendo não só o sabor dos pratos, mas também os benefícios à saúde.
O principal motivo para a adulteração é econômico.
O azeite de oliva extra virgem tem um custo de produção elevado.
Para aumentar os lucros, alguns fabricantes o misturam com óleos de soja, milho ou canola, que são muito mais baratos, e vendem a mistura como se fosse azeite puro.
Isso significa que o consumidor paga por um produto que não entrega as propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias esperadas.
Leia Mais 10 dicas para identificar metanol em bebidas e proteger o seu negócio O que observar no supermercado A primeira linha de defesa contra a fraude é a atenção aos detalhes na prateleira.
Observar a embalagem e o rótulo com cuidado pode revelar sinais importantes sobre a qualidade do produto antes mesmo de levá-lo para casa.
Rótulo informativo: Verifique se a embalagem informa a data de envase.
Azeites mais frescos são melhores.
A acidez também é um indicador: para ser extra virgem, deve ter baixa acidez (geralmente inferior a 0,8%, segundo padrões internacionais).
Produtos que indicam a origem do azeite, de preferência de um único país, tendem a ser mais confiáveis.
Embalagem escura: A luz é um dos principais inimigos do azeite, pois acelera sua oxidação.
Por isso, prefira sempre os azeites vendidos em garrafas de vidro escuras ou em latas.
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