One Piece: Elbaf – Crítica: Episódio 1174 segura arco até sem Luffy
Tem episódio que empolga e tem episódio que emociona.
E tem o episódio 1174 de One Piece , que faz algo mais raro e mais cruel: te deixa de punhos cerrados, sem poder fazer absolutamente nada, exatamente como cada personagem.
O episódio 1174, “Salvem as Crianças! Os Guerreiros de Elbaf Entram em Ação”, prometia a virada.
Os gigantes se levantam, a contraofensiva começa, o título grita ação.
E aí vem o soco: eles reagem… e continua não sendo suficiente.
Este é um episódio construído inteiro sobre a impotência e, contra todas as apostas, ele transforma isso em uma das horas mais tensas do arco.
O resgate mais impotente do arco de Elbaf Aqui está a genialidade sádica do plano dos Cavaleiros de Deus e o motivo do episódio funcionar apesar de “não acontecer muita coisa”.
As crianças de Elbaf caminham em transe, envoltas pelos espinhos invisíveis e duros como aço da Iba Iba no Mi de Shepherd Sommers.
E os medos delas, materializados por Killingham, atacam a ilha como monstros de verdade.
Pensa na sacada: força bruta não resolve nada.
Os gigantes não podem pegar as crianças no colo sem feri-las.
Não podem contê-las sem que elas se machuquem entre si.
Não podem ignorar as criaturas que barram qualquer aproximação.
Elbaf é a terra dos guerreiros mais fortes do mundo e o episódio inteiro se apoia na ironia de que toda essa força bate de frente com um plano desenhado para anulá-la.
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