Policial civil perde o cargo e é condenado a 5 anos de prisão por desviar caça-níqueis apreendidos para grupo criminoso
Um policial civil perdeu o cargo e foi condenado a cinco anos e nove meses de prisão , além de pagar multa de aproximadamente R$ 12.144,00, pelo crime de peculato, após desviar caça-níqueis apreendidos para um grupo criminoso , em Umuarama, no Noroeste do Paraná.
As máquinas apreendidas era desviadas para o grupo criminoso.
Foto: Ilustração/Canva Segundo o Ministério Público do Paraná (MPPR), a investigação revelou que o policial civil, ao se aproveitar da função, desviou sete máquinas caça-níqueis que haviam sido apreendidas e que deveriam ser encaminhadas ao depósito judicial.
O material foi transportado durante a noite e fora do horário de expediente, em uma viatura descaracterizada, até uma propriedade rural ligada ao grupo criminoso.
Posteriormente, uma das máquinas foi localizada pela polícia, novamente em operação, em um dos bares pertencentes ao grupo.
Outras condenações Além do policial, um empresário foi condenado ao ser apontado como gestor operacional e financeiro da organização criminosa, os proprietários de dois bares e o gerente dos equipamentos pelas práticas de organização criminosa e contravenção de jogos de azar e jogo do bicho.
Briga por causa de cachorro vira caso de polícia após agressões, ameaças e até tijolada na cabeça de mulher em Ponta Grossa As penas foram de seis anos, quatro meses e 10 dias mais cerca de R$ 75,9 mil de multa para o empresário, cinco anos, quatro meses e cinco dias mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 2.176 para um dos réus que administrava um bar e oito anos, quatro meses e cinco dias de prisão mais multa de aproximadamente R$ 2.682 para os outros dois réus.
Eles mantinham de forma estável pontos de aposta com máquinas de caça-níqueis, de apostas e aplicativos de bingo.
Cabe recurso da decisão.
Caso Icaraíma: pai e filho são presos após um ano foragidos por morte de cobradores de dívida Policial civil desvia caça-níqueis: investigações Uma rede de exploração de jogos de azar foi alvo da Operação Alcova deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) , em setembro de 2025, em Umuarama.
As investigações apontaram o possível envolvimento de um policial civil em um esquema de corrupção, desvio e devolução ilegal de máquinas caça-níqueis apreendidas.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bandab.com.br — o conteúdo pertence a Banda B.