“Imóvel vazio vira moradia”: Requião Filho explica proposta para reduzir déficit habitacional no Paraná
O candidato ao Governo do Paraná, Requião Filho (PDT) , explicou a proposta de seu plano de governo que afirma: “Imóvel vazio vira moradia” .
A ideia é utilizar imóveis públicos sem uso para criar unidades de habitação popular e, no caso de propriedades privadas, realizar a desapropriação e a compra pelo Estado , seguindo os procedimentos legais.
Requião Filho explicou frase de seu plano de governo: “Imóvel vazio vai virar moradia”.
Foto: Reprodução/Ric RECORD Paraná A declaração ocorreu durante sabatina no Jornal da Manhã Paraná , da RIC Record Paraná , em que Requião Filho apresentou propostas para diferentes áreas da administração estadual.
Segundo ele, o objetivo é reduzir o déficit habitacional do Paraná e aumentar a oferta de moradias para a população de baixa renda.
Imóveis privados também poderiam se tornar moradia, diz Requião Filho Ao explicar a proposta, Requião Filho afirmou que o programa não ficaria restrito aos imóveis públicos.
Segundo o candidato, propriedades particulares vazias poderiam ser incorporadas ao projeto por meio de desapropriação e compra pelo Estado.
“Se o imóvel for privado, ele tem que ser desapropriado e comprado pelo Estado para virar moradia. […] Tem uma legalidade, tem um processo, um procedimento e um padrão a ser seguido.” A proposta, segundo Requião Filho, busca “zerar o déficit habitacional” do Paraná ou, pelo menos, avançar na redução da falta de moradias no Estado.
Requião Filho propõe zerar impostos para micro e pequenas empresas: “Isso aquece a economia” Requião Filho quer retomada da construção pela Cohapar Durante a entrevista, o candidato também defendeu uma mudança na atuação da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) .
Segundo ele, a empresa não constrói diretamente uma casa há mais de uma década e passou a atuar como intermediária entre instituições financiadoras e empreiteiras.
A proposta de Requião Filho é fazer com que a Cohapar volte a construir diretamente as moradias populares.
Na avaliação dele, esse modelo poderia reduzir os custos das obras.
“O Estado não paga imposto para ele mesmo.
Então a casa sai num preço bem menor.” afirmou o candidato.
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