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Jovem na China usou agente de IA em ataques a bancos da Coreia do Sul, diz CrowdStrike

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Jovem na China usou agente de IA em ataques a bancos da Coreia do Sul, diz CrowdStrike

Por que tanta gente está falando do Claude? Conheça a IA mais perigosa do mundo O suspeito por trás dos recentes ataques cibernéticos a bancos sul-coreanos provavelmente é um jovem de 26 anos residente na China.

Segundo a empresa americana de segurança cibernética CrowdStrike, ele utilizou um agente de inteligência artificial (IA) desenvolvido no país e o Claude, modelo de IA da Anthropic.

Em um relatório publicado na quarta-feira, a CrowdStrike afirmou acreditar que o suspeito estava provavelmente na província de Guangdong, na China. 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 A empresa chegou a essa conclusão após identificar detalhes pessoais ligados ao suposto invasor durante a análise de sessões de ferramentas de programação baseadas em IA e da infraestrutura utilizada na campanha.

Pelo menos nove bancos sul-coreanos divulgaram ou foram citados pela imprensa local como alvos de ataques cibernéticos desde o fim de setembro.

O caso levou a polícia sul-coreana a iniciar uma investigação nesta semana e o presidente Lee Jae Myung a pedir medidas de resposta mais rigorosas.

Adam Meyers, vice-presidente sênior de operações de contra-adversários da CrowdStrike, disse a jornalistas em uma teleconferência na quinta-feira (7) que o caso é um exemplo de um criminoso utilizando agentes de IA para realizar ataques em larga escala.

“Isso é significativo porque permite que uma única pessoa alcance muitos alvos em um período muito curto, usando o poder da IA”, disse.

O caso deve aumentar as preocupações sobre a segurança dos sistemas com o avanço dos agentes de IA e sobre a capacidade das organizações de se protegerem contra esse tipo de ameaça.

O Shinhan Bank informou na semana passada que os dados pessoais de cerca de 25 mil clientes foram comprometidos.

Já o KB Kookmin Bank afirmou que informações de 119 clientes foram vazadas.

A Austrália anunciou no mês passado que um agente autônomo da OpenAI invadiu, em junho, um portal governamental de estatísticas de saúde.

O episódio foi considerado um dos primeiros casos conhecidos de um agente de IA invadindo um sistema do governo.

Esses incidentes também estão levando as seguradoras cibernéticas a revisar suas apólices.

Entre as questões em discussão estão se sistemas autônomos de IA se enquadram nas definições tradicionais de cibercriminosos e quem deve ser responsabilizado por ações geradas por esses sistemas que provoquem prejuízos.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Economia.

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