“Prova de que o Brasil não é uma democracia”, diz presidente do Novo
"Temos três ações pedindo a cassação da chapa de Lula", lembrou Eduardo Ribeiro
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR O presidente nacional do Novo, Eduardo Ribeiro , afirmou neste domingo, 25, que o resultado da eleição –vitória de Lula (PT) nosegundo turno– é a prova de que o Brasil “não é uma democracia” .
“O resultado da eleição é a prova de que o Brasil não é uma democracia.
Como se não bastasse fazer uma campanha cheia de mentiras, o PT usou como nunca a máquina pública e o STF pra se manter no poder.
Temos três ações pedindo a cassação da chapa de Lula. Cabe agora à Justiça cumprir seu papel, se ainda existe Justiça nesse país” , escreveu Eduardo Ribeiro no X .
Com 98,76% das urnas apuradas, o petista tinha 51,75% dos votos válidos (63.388.523), contra 48,25% do adversário (59.099.143), em uma disputa marcada por forte polarização e que terminou sob tensão após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) alterar o horário de votação no dia do pleito.
A vitória representa uma virada em relação ao primeiro turno. Em 4 de outubro, Flávio terminou na liderança, com 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula recebeu 45,16%. A diferença entre os dois foi de 1,87 ponto percentual.
A votação deste domingo terminou sob forte tensão jurídica e política.
Durante a tarde, a campanha de Lula denunciou problemas no transporte público de eleitores , principalmente na Bahia, e pediu ao TSE a extensão do horário de votação. A Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, levou depois a questão ao STF.
O ministro Cristiano Zanin acolheu o pedido e determinou a prorrogação da votação até as 19h, horário de Brasília . A decisão ocorreu quando o horário inicialmente estabelecido para o encerramento, às 17h, já havia chegado em parte do país.
O episódio provocou confusão no processo de encerramento do pleito. O TSE chegou a iniciar a divulgação dos resultados e, às 17h20, interrompeu a totalização dos votos em razão da decisão do Supremo.
Zanin posteriormente esclareceu que a ordem deveria ser cumprida nos locais em que as urnas ainda não haviam sido fechadas. Nas seções já encerradas, os votos poderiam ser computados e totalizados.
O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, enviou ofício aos Tribunais Regionais Eleitorais orientando que as seções que ainda estivessem abertas permanecessem em funcionamento até as 19h e determinando a adoção das providências necessárias ao cumprimento da decisão.
A mudança provocou forte reação da campanha de Flávio. O coordenador da candidatura, Rogério Marinho (PL-RN), acusou o STF de “intervenção” e falou em risco de “golpe judiciário” ou “chicana administrativa” . Parlamentares aliados também passaram a questionar a segurança jurídica da eleição.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.