O criticado álbum do Iron Maiden que é defendido por Steve Harris
Após uma sequência ininterrupta de álbuns aclamados ao longo da década de 1980 — culminando no “progressivo” Seventh Son of a Seventh Son (1988) —, o Iron Maiden iniciou os anos 1990 em busca de uma sonoridade mais crua e direta.
O resultado dessa guinada foi No Prayer for the Dying (1990), oitavo álbum de estúdio do grupo britânico e o primeiro a contar com o guitarrista Janick Gers no lugar de Adrian Smith .
Embora o disco ocupe uma posição modesta na preferência de boa parte dos fãs e da crítica especializada, o fundador e baixista Steve Harris sai em defesa da obra.
Para o músico, No Prayer for the Dying é um trabalho sólido que refletia o momento em que a banda buscava simplificar sua proposta após anos de produções e turnês grandiosas.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em rollingstone.com.br — o conteúdo pertence a Rolling Stone Brasil.