Gaby Amarantos celebra protagonismo amazônico: ‘recebi muitos nãos’
Continua após a publicidade Após um ano recém-completado do lançamento de Rock Doido , Gaby Amarantos , 48, comemora a repercussão do projeto e a expansão do universo do álbum com Rock Junino e Rock Light .
Em conversa com a coluna GENTE, a cantora também fala sobre a estrutura independente que construiu após receber sucessivos “nãos” da indústria, a cobrança por maior presença de artistas amazônicos nos grandes festivais e sua relação com a inteligência artificial.
Agora a coluna GENTE também está no Instagram .
Siga o perfil @veja.gente Continua após a publicidade IGUAL A TROPICÁLIA.
“Está sendo incrível.
A gente está muito feliz com toda a repercussão positiva e com a forma como o Brasil abraçou o Rock Doido .
Está sendo mais bonito ainda poder comemorar isso no palco, com uma turnê tão representativa.
As pessoas estão entendendo que a gente faz pop na Amazônia, que a nossa música não é só do Norte, é brasileira.
A gente vive uma época em que precisa rebolar para conseguir manter um álbum como assunto por muito tempo.
As coisas são mais efêmeras.
O Rock Doido é música brasileira.
Para mim, é um movimento tão forte quanto foram a Tropicália, a Bossa Nova ou o manguebeat .
É revolucionário, porque foi feito com pouco dinheiro, poder de união e criatividade.
Talvez daqui a vinte ou trinta anos as pessoas entendam o que estávamos fazendo”.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.