Quem é Natalie Harp, assessora de Trump que nunca tira folga e que é chamada de 'impressora humana'
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, desce do helicóptero Marine One acompanhado da assessora Natalie Harp em agosto de 2026.
Mandel Ngan/AFP Enquanto alguns nomes do governo dos Estados Unidos, como o secretário de Estado, Marco Rubio, e a chefe de gabinete da Casa Branca, Susie Wiles, estão entre os mais conhecidos e integram o círculo mais próximo do presidente Donald Trump, uma assessora quase sempre ao lado dele desempenha um papel de destaque nos bastidores.
Seu nome é Natalie Harp — e, ao que tudo indica, ela nunca tira folga. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Harp está por trás das publicações de Trump nas redes sociais e é chamada de "impressora humana".
A assessora de 35 anos tem uma personalidade "low profile", sem perfis oficiais nas redes sociais e com poucos detalhes públicos sobre sua vida, porém ela tomou o centro das atenções nos EUA após um comentário de senador democrata viralizar: Durante um comício no domingo, Jon Ossoff disse: "Ele [Trump] não quer mais fazer o seu trabalho.
Ele quer construir seu salão de baile e viajar com Natalie".
Agora no g1 O comentário provocou indignação de apoiadores de Trump nas redes sociais e ataques da Casa Branca.
A presidência dos EUA classificou como "um ataque barato" uma pergunta da repórter Kristen Holmes, da rede CNN Internacional, que mencionou a fala de Ossoff.
Holmes é a jornalista que Trump mandou se calar nessa mesma coletiva.
O cargo oficial de Harp na Casa Branca é assistente executiva do presidente, uma função que normalmente corresponde a um nível hierárquico mais baixo e que envolve cuidar da agenda do presidente e outras tarefas administrativas.
No entanto, no dia a dia ela desempenha uma função muito mais importante na equipe de Trump, segundo a imprensa dos EUA.
Fascinada por Trump e 'impressora humana' Californiana e de família católica conservadora, Harp não tem perfis oficiais nas redes sociais.
Há poucos detalhes públicos sobre ela, e grande parte do que se sabe vem da imprensa norte-americana, por meio de jornalistas especializados na cobertura da Casa Branca.
Harp ganhou notoriedade e ascendeu na política ao dizer que Trump salvou sua vida.
Ela tinha câncer nos ossos, e uma medida assinada por Trump em seu 1º mandato como presidente permitiu que Harp tivesse acesso a um tratamento experimental que a curou.
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