Servidor é suspeito de ameaçar indígenas em MS após reeleição de Lula: 9 perguntas e respostas para entender o caso
Lideranças indígenas denunciam ameaça de envenenamento de água em aldeia de MS O áudio atribuído a um servidor da Prefeitura de Tacuru, com declarações que sugerem o envenenamento da água consumida por indígenas Guarani Kaiowá após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no domingo (25), mobilizou órgãos públicos e parlamentares.
As autoridades cobram a apuração dos fatos e a adoção de medidas para garantir a segurança da comunidade.
As gravações circularam após uma conversa entre o funcionário público e um colega pelo WhatsApp.
O conteúdo faz referência aos indígenas da Aldeia Sassoró, em Tacuru, e provocou manifestações de representantes dos povos indígenas e de autoridades.
Após a repercussão do caso, o servidor foi afastado das funções e passou a responder a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), segundo o prefeito do município, Rogério Torquetti.
Até o momento, não há confirmação de que a água consumida pela comunidade tenha sido contaminada.
A investigação busca esclarecer as circunstâncias das ameaças e verificar possíveis responsabilidades criminais.
Confira a seguir o que se sabe e o que ainda está sendo apurado sobre o caso.
1.
O que motivou o afastamento do servidor público em Tacuru? O servidor da Prefeitura de Tacuru foi afastado após a circulação de áudios nos quais sugeria envenenar a água consumida pelos indígenas da Aldeia Sassoró.
Em uma das gravações, ele afirma que deveria “matar essas pragas na água”.
O conteúdo veio a público após o segundo turno das eleições presidenciais, realizado no domingo (25), e motivou pedidos de investigação e de proteção à comunidade indígena.
Casa de Reza na Aldeia Sassoró, em Tacuru (MS).
Reprodução/Edson Lopes 2.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mato Grosso do Sul.