Brasil é o segundo maior usuário mundial do Discord, aponta levantamento
O Brasil é o segundo país do mundo com a maior quantidade de usuários do Discord .
Segundo dados do Similarweb, empresa que analisa tráfego de acessos em sites, o país fica atrás apenas dos Estados Unidos e supera a Índia .
A plataforma afirma que tem 90 milhões de usuários ativos por dia e que mais de 90% do conteúdo é relacionado à jogos eletrônicos.
De acordo com a Similarweb, entre fevereiro e julho de 2026, os EUA detiveram 29,90% de participação de tráfego no Discord .
O Brasil é o segundo com 4,40% e a Índia fica na terceira posição com 4,33% .
A análise de tráfego também afirma que os acessos tiveram um crescimento de 5,14% .
Mesmo com tantos usuários, o Discord tem sido alvo de questionamentos de famosos e autoridades.
Na quarta-feira (12), a ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados), ligada ao MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública), determinou um prazo de três dias para a suspensão de transmissões ao vivo na plataforma .
A motivação veio após a transmissão do suicídio de uma jovem de 13, em julho, no Mato Grosso do Sul.
Leia Mais ANPD deixa porta aberta para mais sanções ao Discord SP: Número de menores vítimas de crimes virtuais sobe 78% durante as férias "Discord facilita o crime", analisa delegada sobre violências na internet Em reunião com o MJSP, a plataforma confirmou que houve uma demora para derrubar a transmissão do vídeo.
Apesar dos questionamentos, o Discord não é uma plataforma ilegal.
Leia também: Relatório aponta falhas na segurança de jovens online, diz polícia O levantamento aponta que o Discord registrou 162 milhões de visitas no Brasil , entre fevereiro e julho deste ano, com uma média mensal de 27 milhões de acessos ao site .
70,54% destes acessos foram feitos em computadores , enquanto outros 29,46% de usuários usaram o celular para entrar na plataforma.
Segundo a Similarweb, 65,78% das menções na plataforma são sobre jogos e consoles.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.