Adeus ao input lag? Sony patenteia nova tecnologia de geração de quadros
A Sony está investigando uma nova abordagem para a geração de quadros em jogos, com o objetivo de enfrentar um dos principais problemas das tecnologias atuais: a latência entre os comandos do jogador e a resposta exibida na tela.
Um pedido de patente publicado nos Estados Unidos em 15 de outubro de 2026 descreve um sistema que utiliza inteligência artificial para prever imagens futuras antes mesmo que elas sejam renderizadas pela GPU.
O documento foi apresentado pela Sony Interactive Entertainment em 23 de junho de 2026, como continuação de um pedido anterior.
A proposta combina redes neurais, informações de movimento e, opcionalmente, os comandos do controle para produzir quadros artificiais de maneira antecipada.
A principal diferença está justamente nessa antecipação.
Em vez de depender de dois quadros já renderizados para criar uma imagem intermediária, como ocorre em soluções tradicionais de interpolação, o sistema da Sony procura prever o que será exibido a seguir.
Compre aqui PlayStation®5 Slim Digital 825GB – Pacote ASTRO BOT e Gran Turismo 7 Tecnologia quer superar uma das limitações do Frame Generation A geração de quadros ganhou espaço nos últimos anos com tecnologias como o NVIDIA DLSS e o AMD FSR.
Essas soluções permitem aumentar a quantidade de imagens exibidas por segundo sem exigir que a GPU renderize cada uma delas pelo método convencional.
Embora isso melhore a sensação de fluidez, existe uma limitação importante: mais quadros exibidos não significam necessariamente respostas mais rápidas aos comandos.
A velocidade de processamento do jogo continua dependendo, em parte, da taxa de quadros efetivamente renderizados, enquanto a geração de imagens adicionais também pode introduzir atrasos.
Walkman não morreu: novo modelo da Sony pode custar mais que um iPhone 18 Pro É por esse motivo que a NVIDIA utiliza recursos como o Reflex, projetado para reduzir a latência do sistema.
A tecnologia da Sony explora uma alternativa: produzir uma previsão visual do futuro sem precisar aguardar a renderização do próximo quadro real.
Conforme descrito na patente, o processo utiliza duas redes neurais.
A primeira, chamada de codificador, analisa a imagem atual e transforma suas características em uma representação compacta.
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