Yellow Card capta US$ 40M chega ao Brasil com foco em pagamentos cross-border
Hugo Rodrigues, Vice-Presidente e Head da Yellow Card na América Latina | Crédito: Divulgação A Yellow Card , provedora global de infraestrutura para stablecoins, está desembarcando no Brasil como porta de entrada para sua expansão na América Latina.
O movimento é apoiado por uma rodada de US$ 40 milhões , liderada por SC Ventures , Sony Innovation Fund , Polychain Capital e Blockchain Capital .
Fundada em 2016 por Chris Maurice e Justin Poiroux, a Yellow Card lançou seu primeiro produto na Nigéria em 2019 e, desde então, expandiu sua operação por diferentes mercados africanos.
A companhia oferece infraestrutura para que empresas, fintechs e instituições financeiras movimentem recursos entre mercados por meio de stablecoins e sistemas tradicionais de pagamentos.
No Brasil, a Yellow Card começa com uma equipe de três profissionais dedicados ao mercado local.
A operação seguirá o modelo 100% remoto adotado pela companhia globalmente, sem previsão, neste momento, de abertura de um escritório físico.
“O Brasil representa um mercado de relevância estratégica para a expansão da Yellow Card.
Nossa prioridade é garantir uma proposta de valor sólida e eficiente tanto para clientes locais quanto para empresas internacionais que buscam fazer negócios no país”, afirma Hugo Rodrigues, vice-presidente e head da América Latina da Yellow Card, em entrevista ao Startups .
Segundo ele, a companhia pretende ampliar a equipe brasileira conforme a operação ganhe tração.
A estrutura local também contará com o suporte das áreas globais de tecnologia, compliance e atendimento da fintech.
Infraestrutura global A estratégia da Yellow Card no país está concentrada no mercado de pagamentos transfronteiriços.
A tecnologia da companhia permite que uma única integração conecte empresas internacionais à infraestrutura de pagamentos brasileira e, no sentido contrário, empresas brasileiras aos corredores internacionais da plataforma.
Para Hugo, o diferencial está na experiência acumulada pela companhia em mercados emergentes.
A fintech afirma suportar atualmente mais de 60 moedas locais e operar em ambientes nos quais questões como liquidez, conversão cambial e compliance podem dificultar transações internacionais.
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