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Gestão reativa de TI custa três vezes mais do que a preventiva

G1 Paraná ·
Gestão reativa de TI custa três vezes mais do que a preventiva

Dois cenários.

No primeiro, o servidor de e-mails de uma empresa cai às 7h30 de uma segunda-feira.

A equipe de TI só descobre quando os colaboradores começam a ligar, sem conseguir acessar suas caixas de entrada.

O diagnóstico leva uma hora.

A restauração, mais três.

Quatro horas e meia de operação comprometida, clientes sem atendimento, reunião de diretoria cancelada.

No segundo cenário, um sistema de monitoramento detecta às 3h de um domingo que o mesmo servidor está com uso de disco acima de 90%.

Um alerta é disparado automaticamente, o técnico de plantão aciona o procedimento de expansão de capacidade e a correção é feita antes que qualquer usuário perceba que havia um problema.

Na segunda-feira de manhã, tudo funciona normalmente.

A diferença entre esses dois cenários não é sorte.

É modelo de gestão.

Por que a maioria ainda opera no modo reativo A grande maioria das empresas brasileiras ainda age quando algo para de funcionar.

É um modelo que, além de caro, é imprevisível.

Crises tecnológicas não avisam quando vão acontecer e não escolhem momentos convenientes.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Paraná.

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