quarta-feira, 23 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Depois da Bienal, a leitura continua: o que muda nos olhos Trump convida Putin para reunião do G20 nos Estados Unidos A guerra de Trump e a pressão especulativa sobre o preço do diesel Na ONU, Milei defende soberania argentina sobre Ilhas Malvinas: ‘causa nacional’ Flávio Bolsonaro aciona TSE contra uso de imagens de Lula na Assembleia da ONU ‘Nunca abaixaremos a cabeça’, afirma presidente do Irã em discurso na ONU Comunidade científica brasileira alerta para risco de interferência externa nas eleições Relações perigosas: a Folha de São Paulo e a ditadura brasileira ‘Tiraram tudo de mim’: investigação revela deportações dos EUA em massa para México Israel: Comitê Eleitoral desqualifica partidos árabes e frente progressista da disputa de outubro Depois da Bienal, a leitura continua: o que muda nos olhos Trump convida Putin para reunião do G20 nos Estados Unidos A guerra de Trump e a pressão especulativa sobre o preço do diesel Na ONU, Milei defende soberania argentina sobre Ilhas Malvinas: ‘causa nacional’ Flávio Bolsonaro aciona TSE contra uso de imagens de Lula na Assembleia da ONU ‘Nunca abaixaremos a cabeça’, afirma presidente do Irã em discurso na ONU Comunidade científica brasileira alerta para risco de interferência externa nas eleições Relações perigosas: a Folha de São Paulo e a ditadura brasileira ‘Tiraram tudo de mim’: investigação revela deportações dos EUA em massa para México Israel: Comitê Eleitoral desqualifica partidos árabes e frente progressista da disputa de outubro
Economia

Petróleo volta a ficar acima dos US$ 100 e azeda humor dos mercados, mas Petrobras (PETR4) surfa no movimento

Valor Investe ·
Petróleo volta a ficar acima dos US$ 100 e azeda humor dos mercados, mas Petrobras (PETR4) surfa no movimento

O petróleo voltou a superar os US$ 100 por barril nesta quarta-feira (23) e ajudou a azedar o humor dos mercados, ao reacender preocupações com inflação e juros.

Na bolsa brasileira, porém, o movimento favorece a Petrobras (PETR4), que sobe mais de 2% e ajuda a amortecer a queda do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira.

No fechamento, o petróleo Brent, referência mundial, avançou 3,86%, a US$ 103,08 por barril.

O WTI, referência nos Estados Unidos, subiu 1,81%, a US$ 92,16.

A commodity voltou a ganhar força diante dos riscos de novos ataques no Estreito de Ormuz, importante rota para o transporte mundial de petróleo.

Também pesaram as incertezas sobre uma possível restrição temporária às exportações americanas de diesel, embora a informação tenha sido posteriormente negada pelo governo dos Estados Unidos.

A alta do petróleo tende a pressionar a inflação ao encarecer combustíveis, transporte e custos de produção, o que alimenta o receio de juros elevados por mais tempo e pesa sobre as bolsas.

Para a Petrobras, o efeito é inverso.

Como a companhia é uma grande produtora e exportadora de petróleo, a valorização do barril favorece as receitas e a geração de caixa da atividade de exploração e produção.

Por isso, as ações da estatal avançam mesmo em um pregão negativo para boa parte do mercado.

Getty Images

Ler a notícia completa no Valor Investe ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em valorinveste.globo.com — o conteúdo pertence a Valor Investe.

Mais de Valor Investe

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›