Extrema esquerda americana: contra Thanksgiving e até dia dos namorados
Polícia? Deve ser abolida.
Prisões, idem.
Fronteiras, obviamente, são abertas a quem quiser entrar.
Impostos devem ser confiscatórios.
Datas que todo mundo celebra, como Natal, Thanksgiving, Quatro de Julho e até o dia dos namorados, o São Valentim pelo calendário americano, (“O capitalismo dizendo como mostrar afeto”), são condenáveis e também não deveriam existir.
Parece coisa de diretório acadêmico, mas são bandeiras já defendidas, apesar da tentativa de eliminação, por alguns dos nomes em ascensão na política americana, com ideias de extrema esquerda como parecia inconcebível nos Estados Unidos.
Em geral, são filhos de imigrantes e, em lugar da adesão entusiasmada aos princípios do país dos livres e da terra dos bravos, abominam o que faz os Estados Unidos ser os Estados Unidos, incluindo, ou acima de tudo, o capitalismo.
Um dos mais comentados do momento é o médico sanitarista Abdul El-Sayed, filho de imigrantes egípcios, escolhido em eleições primárias para disputar um lugar no Senado pelo Partido Democrata no estado de Michigan.
Entre as maluquices que foram recuperadas nas redes sociais, ele já chamou o futebol americano de sinônimo de “masculinidade tóxica”.
E elogiou o futebol europeu, como os americanos chamam o futebol futebol, por ser mais “igualitário”.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.