O Ibovespa, a volatilidade eleitoral e o cenário externo
O EWZ, fundo que representa as ações brasileiras em Nova York, começa a quarta-feira em alta, acompanhando o desempenho positivo dos futuros americanos.
Trata-se de uma recuperação, isso após a bolsa brasileira despencar na véspera, no que foi considerado o primeiro pregão a refletir de fato a volatilidade do período eleitoral.
É quase injusto enfatizar a volatilidade doméstica ante tamanha incerteza no exterior.
Ainda pela manhã, os EUA divulgam a inflação medida pelo CPI, antevendo uma desaceleração de preços.
Projeções colhidas pela agência de notícias Reuters indicam que o CPI avançou 0,1% em julho, uma aceleração ante a queda de 0,4% de junho.
Em doze meses, a inflação americana deve ter subido 3,4%, ante uma meta de 2% ao ano.
A principal contribuição para algum alívio na inflação viria da desaceleração nos preços dos combustíveis, ancorada no breve período de negociação entre Estados Unidos e Irã para reabrir o Continua após a publicidade Estreito de Ormuz .
O problema é que o acordo não avançou, com impactos na oferta de petróleo.
A Agência Internacional de Energia afirma que as exportações de petróleo do Oriente Médio chegaram a um pico de 20 milhões de barris por dia no começo de julho; ao fim do mês, haviam cedido para 12 milhões.
Agora, a previsão é de que haja um déficit de 1,8 milhão de barris no mercado no terceiro trimestre.
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