O que faz o 'Chief AI Officer' e as competências necessárias para assumir a cadeira
Liderança: o impacto de um líder depende da forma como ele apoia e se conecta com as pessoas ao redor. (Pexels)
Uma nova cadeira vem ganhando espaço nos organogramas de empresas que passaram a incorporar inteligência artificial às operações: a de Chief AI Officer (CAIO) . O cargo coloca um executivo no comando das decisões relacionadas à tecnologia, desde a escolha de ferramentas até a definição de prioridades, investimentos e regras para seu uso.
A posição ainda não tem um escopo padronizado. Dependendo da empresa , o profissional pode responder diretamente à presidência, trabalhar próximo ao CIO ou dividir responsabilidades com áreas de tecnologia, dados, segurança e inovação.
A missão central, porém, costuma ser semelhante: transformar o uso da IA em uma estratégia coordenada para o negócio.
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O CAIO precisa entender onde a inteligência artificial pode gerar valor e quais projetos merecem investimento . Para isso, acompanha oportunidades de automação, analisa processos internos e ajuda a definir quais soluções devem ser desenvolvidas ou contratadas.
A atuação também envolve estabelecer critérios para adoção da tecnologia. Privacidade, segurança, qualidade dos dados, riscos e conformidade entram nessa avaliação, principalmente quando os sistemas lidam com informações de clientes ou decisões relevantes para a empresa.
Outro desafio é acompanhar os resultados. Depois que uma solução é implementada, cabe à liderança avaliar se ela realmente reduziu custos, aumentou produtividade, melhorou a experiência do cliente ou trouxe outro ganho mensurável.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em exame.com — o conteúdo pertence a Exame.