Mulher com sarampo recebe alta no Acre; filha de 11 meses segue entubada em estado grave na UTI
Mulher recebe alta, criança segue internada e Saúde reforça alerta para vacinação Uma mulher peruana de 30 anos, que foi diagnosticada com sarampo no último dia 8 de outubro em Rio Branco, já recebeu alta hospitalar.
Já a filha dela, de 11 meses, que também teve a doença confirmada, segue entubada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital da Criança.
Segundo a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) ao g1, a mãe também estava internada no hospital, porém, em isolamento.
Ainda de acordo com a pasta, como acabou o período de transmissibilidade e a mulher não tinha sintomas, ela foi liberada na última sexta (9) e segue com o marido na capital. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp De acordo com a pasta, a mulher de 30 anos não precisa ser imunizada, pois tem anticorpos natural da doença.
Já a bebê permanece sob cuidados intensivos conforme a diretora de Atenção Primária e Vigilância em Saúde da Sesacre, Suane Souza.
"É uma fase delicada e a criança segue sob cuidados intensivos e aguardando melhora clínica.
A pneumonia é umas das possíveis complicações do sarampo, que pode agravar o estado de saúde dos pacientes, mas ainda está sendo investigado", afirmou.
LEIA MAIS: Amazonas tem dez casos confirmados de sarampo na fronteira com Peru e Colômbia Mais de 30 mil doses contra sarampo são aplicadas em 3 meses no AC: 'Comunidade protegida salva vidas' Os dois casos foram confirmados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), na última quinta-feira (8).
As pacientes moram em Puerto Maldonado, no Peru, e foram atendidas em Rio Branco após passarem pelos municípios de Assis Brasil e Brasiléia, interior do estado.
Segundo a Sesacre, a investigação epidemiológica continua para identificar o local provável da infecção, possíveis exposições e pessoas que tiveram contato com as pacientes.
Até o momento, a suposição é de que a infecção tenha ocorrido fora do território acreano.
Contudo, a classificação definitiva dos casos como importados depende da conclusão da investigação.
Conforme a Sesacre, embora os atendimentos tenham sido feito no estado acreano, as pacientes vieram de outro país.
Pacientes que são mãe e filha residem no Peru e foram atendidas em Rio Branco Freepik Em nota anterior, a pasta esclareceu que a classificação de um caso como importado, ou seja, que veio de outro país, no caso, o Peru, está relacionada ao local provável de infecção, e não apenas à residência das pacientes no Acre.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Acre.