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Economia

Ibovespa mira 200 mil: quais ações podem pegar carona no rali?

InfoMoney ·
Ibovespa mira 200 mil: quais ações podem pegar carona no rali?

Com o Ibovespa novamente acima dos 185 mil pontos e a máxima histórica de 199.354 pontos de volta ao radar, uma segunda pergunta começa a ganhar espaço entre os investidores: se o rali continuar, quais ações podem se beneficiar mais? A resposta passa, em boa medida, pela origem do dinheiro que está movimentando a Bolsa.

Depois de uma primeira metade de agosto marcada por forte saída de estrangeiros, a pressão vendedora diminuiu e o fluxo externo voltou a dar sinais de melhora nos últimos pregões.

Nesta quarta-feira (2), o Ibovespa avançou 3,05%, aos 185.205 pontos, completando a 11ª sessão consecutiva de alta.

Para os analistas, esse tipo de movimento costuma favorecer primeiro as empresas maiores e mais líquidas da Bolsa.

Mas, se a melhora dos juros ganhar consistência e o rali se tornar mais disseminado, outros grupos — como varejistas, construtoras, empresas de shopping centers e small caps — também podem entrar no jogo.

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Estrangeiro tende a entrar primeiro nas blue chips Quando grandes investidores internacionais aumentam a exposição ao Brasil, não são necessariamente as ações mais descontadas da Bolsa que recebem o dinheiro primeiro.

A liquidez pesa.

“Quando o estrangeiro entra, ele entra nas ações mais líquidas”, afirma Rafael Perretti, economista e analista da Clear.

Na prática, isso direciona parte relevante do fluxo para companhias capazes de absorver grandes volumes de negociação.

É nesse grupo que aparecem algumas das empresas com maior peso no próprio Ibovespa.

Perretti destaca mineração, petróleo, bancos e energia entre os setores que podem se beneficiar no curto prazo.

Vale ( VALE3 ), Petrobras ( PETR4 ) e grandes instituições financeiras estão entre os exemplos mais evidentes dessa dinâmica.

O comportamento da sessão desta quarta-feira ajuda a ilustrar o movimento.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.

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