Qual presidente brasileiro ficou menos tempo no cargo? E qual ficou mais?
Atualmente, no Brasil, a Constituição estabelece que o mandato presidencial tem duração de quatro anos.
O presidente da República pode ser reeleito uma vez consecutivamente.
Depois disso, pode voltar a disputar o cargo em uma eleição posterior.
A mesma regra vale para governadores e prefeitos.
Já senadores, deputados e vereadores não têm limite para o número de reeleições.
Mas, ao longo da história, os mais de 30 presidentes que passaram pelo cargo tiveram trajetórias bastante diferentes.
Alguns permaneceram no poder por mais de 10 anos, outros, por poucos dias.
Confira quem ficou menos e mais tempo na Presidência do Brasil: Carlos Luz: o presidente brasileiro que ficou menos tempo no cargo (3 dias) Carlos Luz era presidente da Câmara dos Deputados quando, em 8 de novembro de 1955, assumiu a presidência da República de forma temporária (na linguagem do direito, isso é chamado de “assumir interinamente”).
Ele entrava no lugar de Café Filho, que estava afastado do cargo por problemas de saúde após sofrer um ataque cardíaco.
Naquele momento, Juscelino Kubitschek já havia sido eleito como o próximo presidente e deveria assumir no início do ano seguinte.
O papel de Luz era ficar poucos meses no cargo – mas isso foi mais difícil do que parece.
Continua após a publicidade Antes de Luz assumir, figuras militares e políticas se manifestaram contra a posse de Juscelino, conspirando contra as eleições.
Eles alegavam que JK não venceu com a maioria total dos votos – ainda que isso fosse de acordo com as leis da época.
Não existia segundo turno, e o candidato com mais votos ganhava.
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