OpenAI lança nos EUA ChatGPT para serviços financeiros
Nos Estados Unidos, a OpenAI apresentou duas novidades importantes nesta quinta-feira, 10.
A primeira delas é o ChatGPT para Serviços Financeiro s, um módulo do ChatGPT Work customizado para o trabalho financeiro e de investimento.
Feito a partir do novo modelo de linguagem de ponta, o Astra , a tecnologia já está em uso pelo Morgan Stanley e pelo Evercore para valuation, análise de ganhos e preparação de pitchbook.
A outra solução é o Data Agent .
Também dentro do ChatGPT Work , esse agente permite que qualquer pessoa trabalhe com uma quantidade massiva de dados sem precisar digitar uma linha de código sequer.
A ferramenta também pode transformar dados em painéis interativos e visuais.
O ChatGPT para Serviços Financeiros está liberado para uso em instituições financeiras elegíveis pela OpenAI.
Já o Data Agent está liberado para uso desde que o administrador das contas empresariais habilite a ferramenta via plugins do ChatGPT.
ChatCPT na Copa do Mundo Feminina 2027 Painel sobre uso do Elas no Jogo com: Bianca Anacleto, jornalista esportiva de São Paulo e integrante do módulo piloto; Renata Silveira, narradora da Globo; Daniela Alves, medalhista olímpica; e Eduarda Gama, especialista em inteligência artificial e professora da formação; Mariana Lima, gerente de comunicação da OpenAI para América Latina (divulgação) Também nesta quinta-feira, a OpenAI realizou o lançamento no Brasil do Elas no Jogo , uma iniciativa que ensinará jornalistas que cobrem o futebol feminino a utilizar as plataformas ChatGPT ( Android , iOS ), ChatGPT Work e Codex ( Android , iOS ).
Com aulas online ministradas por especialistas em inteligência artificial e jornalismo digital, o intuito da iniciativa é permitir que as profissionais utilizem as ferramentas para auxiliar na cobertura do futebol feminino, em preparação para a Copa do Mundo , que acontece no próximo ano no Brasil, além de atender às demandas das redações com IA, como análise massiva de dados e sugestões de pauta.
Eduarda Gama, especialista em IA, membro da Comunidade OpenAI e professora do primeiro módulo, afirmou que o primeiro passo será ensinar o uso apropriado da engenharia de prompt.
Em especial, a profissional quer ajudar jornalistas a identificar quais tarefas podem ser automatizadas e quais precisam de intervenção humana.
“Antes de saber escrever instruções no prompt é preciso saber decompor os problemas, analisar o que se repete e enxergar padrões para automatizar fluxos.
Mas nunca podemos abandonar o pensamento crítico”, afirmou Gama.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.mobiletime.com.br — o conteúdo pertence a Mobile Time.