Caso de mulher acorrentada e amordaçada em Goiás repercute pelo mundo
O caso da mulher mantida acorrentada e amordaçada em cativeiro pelo ex em Águas Lindas de Goiás (GO) , no Entorno do Distrito Federal (DF), repercutiu na imprensa internacional.
Veja : 4 imagens Fechar modal.
1 de 4 New York Post noticia caso de mulher mantida em cativeiro em Goiás Reprodução / New York Post 2 de 4 Daily Star noticia caso de mulher mantida em cativeiro em Goiás Reprodução / Daily Sytar 3 de 4 PerthNow noticia caso de mulher mantida em cativeiro em Goiás Reprodução / PerthNow 4 de 4 Zamin.uz noticia caso de mulher mantida em cativeiro em Goiás Reprodução / Zamin.uz O New York Post, dos Estados Unidos; o Daily Star, do Reino Unido; o PerthNow, da Austrália e; o Zamin.uz, do Uzbequistão , deram destaque ao caso.
A vítima estava presa a correntes de ferro e amarrada com várias cordas Leia também Entorno e Goiás Web se revolta com pergunta de juiz do TJGO a homem que acorrentou ex Distrito Federal Homem preso por amordaçar e acorrentar a ex-mulher preparou cativeiro Policiais militares da Companhia de Policiamento Especializado (CPE) Entorno Oeste resgataram, na sexta-feira (21/8), Emiliane Tamara Nunes Carvalho, 24 anos, do cativeiro em Águas Lindas de Goiás (GO).
O autor, identificado como Ailton Rodrigues de Souza, foi preso em flagrante por sequestrar a vítima e por mantê-la em cárcere por cinco dias.
A mulher teve a medida protetiva concedida na segunda-feira (24/8) .
Desde 2020, Emiliane solicita proteção, no entanto os pedidos tinham sido indeferidos ou descontinuados pela Justiça de Goiás.
TJGO Segundo o Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), a mulher teve uma medida concedida em dezembro de 2020, com validade de 180 dias devido aos elementos apresentados à época.
Em 2021, durante um inquérito policial, a própria vítima disse que não tinha interesse na continuidade da medida.
“O Ministério Público opinou pelo arquivamento do inquérito por ausência de justa causa, manifestação acolhida pelo juízo competente, que determinou também a revogação e o arquivamento da medida protetiva então vigente, em razão de sua natureza acessória ao inquérito”, disse o tribunal.
Em 2026, Emiliane fez um novo pedido de medidas protetivas, relatando episódios ocorridos entre dezembro de 2025 e março deste ano.
Entre os fatos mencionados estavam danos a uma câmera de segurança, lançamento de artefatos explosivos nas proximidades da residência e o afrouxamento dos parafusos do veículo.
De acordo com o TJGO, a própria vítima disse não ter certeza sobre a autoria dos episódios e apenas suspeitava do envolvimento do ex-marido.
Depois, ela relatou uma invasão à residência, com destruição de câmeras de segurança e pichação do muro, mas, novamente, sem elementos que permitissem vincular os fatos ao ex-companheiro.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.