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É #FAKE SMS que manda regularizar título antes do 2º turno e indica site que cobra PIX de R$ 13,54

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É #FAKE SMS que manda regularizar título antes do 2º turno e indica site que cobra PIX de R$ 13,54

É #FAKE SMS que manda regularizar título antes do 2º turno e indica site falso que cobra pix de R$ 13,54 Reprodução Uma mensagem enviada por SMS em nome do governo federal alega que o usuário tem de regularizar o título de eleitor antes do segundo turno das eleições de 2026, marcado para 25 de outubro, e oferece um link para suposta regularização.

É #FAKE. ✅ Siga o canal de Fato ou Fake no WhatsApp g1 🔴 Como é a mensagem? O SMS, que viralizou nos dias seguintes ao primeiro turno das eleições de 2026, ocorrido neste domingo (4), diz o seguinte: "GOV: [nome do destinatário], regularize seu título antes do segundo turno, evite consequências.

Acesse: https: tituloregular[.]com/".

Mensagens falsas costumam ter indícios que denunciam o golpe.

Nesse caso, o endereço listado é diferente dos sites oficiais do governo federal ("gov.br") e da Justiça Eleitoral ("tse.jus.br").

Além disso, o material apela à emoção, apelando para sendo urgência e medo, de que é exemplo a expressão "evite consequências".

Isso aumenta a chance de a vítima agir rapidamente, sem ponderar, e acabar caindo no golpe.

Como a pessoa que recebe o texto é citada pelo nome verdadeiro, fica a impressão de que se trata de um informativo oficial, com a aparência de comunicação personalizada.

Tanto que o link indicado leva a um site que tem o logotipo "GOV.BR" e imita os canais oficiais sites do governo federal.

Essa é uma estratégia para passar credibilidade.

A página exibe a mensagem "Seu voto é seu poder.

Regularize o seu título eleitoral" e um botão no qual se lê "Regularizar agora".

Ao clicar, o usuário é redirecionado a um segundo site, desta vez com a inscrição "Verificar situação eleitoral - consulte se há pendências no seu cadastro eleitoral".

Para prosseguir, é necessário digitar o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF).

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Política.

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