sexta-feira, 9 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Governadora do GDF diz que BRB negocia R$ 6 bilhões com "fundos árabes"› Apostadores começam a receber R$ 1,3 bilhão deixado nas bets› Planos de Lula e Flávio Bolsonaro têm 'buracos' em temas-chave para o agro› Simples puro ou híbrido: Qual o melhor para sua empresa? Entenda os modelos› 'Imposto do pecado' terá alíquotas discutidas após eleições› MRV&Co tem geração de caixa e vendas e lançamentos maiores no 3º tri› Governo lança carteira de R$ 160 bi em portos e aeroportos até 2030› Foram 6 anos trabalhando na tributária, é legado ao País, diz deputado› Campanha de Flávio Bolsonaro tenta sabotar reforma tributária, diz Durigan› Camil lucra R$ 41,3 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 47,5%› Governadora do GDF diz que BRB negocia R$ 6 bilhões com "fundos árabes"› Apostadores começam a receber R$ 1,3 bilhão deixado nas bets› Planos de Lula e Flávio Bolsonaro têm 'buracos' em temas-chave para o agro› Simples puro ou híbrido: Qual o melhor para sua empresa? Entenda os modelos› 'Imposto do pecado' terá alíquotas discutidas após eleições› MRV&Co tem geração de caixa e vendas e lançamentos maiores no 3º tri› Governo lança carteira de R$ 160 bi em portos e aeroportos até 2030› Foram 6 anos trabalhando na tributária, é legado ao País, diz deputado› Campanha de Flávio Bolsonaro tenta sabotar reforma tributária, diz Durigan› Camil lucra R$ 41,3 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 47,5%
Brasil

Advogada recebe medida protetiva após ser atacada por homem condenado a pagar pensão alimentícia em processo em que ela atuou

G1 Paraná ·
Advogada recebe medida protetiva após ser atacada por homem condenado a pagar pensão alimentícia em processo em que ela atuou

Após ser atacada por atuar em ação de pensão alimentícia, advogada recebe medida protetiva Após ser vítima de um ataque, registrado no último sábado (29), em Curitiba, motivado pela atuação profissional em uma ação de pensão alimentícia, a advogada Kelen Cristina Ribas da Silva recebeu uma medida protetiva de urgência.

A decisão foi concedida pelo Plantão Judiciário no domingo (30), um dia após o ataque.

O serviço reconheceu "risco concreto e atual à integridade física e psicológica" da advogada.

Ela segue o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) de que a Lei Maria da Penha pode ser aplicada em casos de violência contra a mulher motivada por questões de gênero, mesmo quando não existe relação familiar, doméstica ou afetiva entre a vítima e o agressor.

É a primeira vez que isso acontece no Paraná no contexto da advocacia, segundo a Ordem dos Advogados do Brasil - Seção Paraná (OAB-PR). ✅ Siga o canal do g1 PR no WhatsApp Câmeras de segurança registraram o ataque sofrido pela advogada.

No dia, Kelen se preparava para sair da garagem quando Juliano Muniz dos Santos – ex-companheiro de uma cliente representada por ela em uma ação de pensão alimentícia – chegou ao local com outro veículo.

Ele colocou a cabeça para fora da janela e acelerou, até bater no carro da advogada.

Assista ao vídeo acima.

"Eu senti um forte impacto que jogou o meu carro para frente.

Mesmo com o freio de mão puxado, o meu carro foi jogado para frente.

Eu bati a cabeça, machuquei meu pescoço...

E eu não entendi o que tinha acontecido", lembra a advogada.

Segundo a advogada, as ameaças começaram em julho, depois que a Justiça determinou que Juliano fizesse o pagamento da pensão alimentícia para os três filhos que ele tem com a cliente de Kelen.

Conforme a profissional, o homem enviava mensagens intimidatórias, ia até a casa dela e, na véspera do ataque, foi até o escritório onde ela trabalha.

Ler a notícia completa no G1 Paraná ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Paraná.

Mais de G1 Paraná

Ver tudo ›

Mais em Brasil

Ver tudo ›