“Qual é o seu CPF?” Pergunta se tornou comum, mas você já se perguntou por quê?
Foto: Arquivo/Agência Brasil “Qual é o seu CPF ?” A pergunta tornou-se tão comum que quase nunca desperta outra, igualmente simples: por quê? CPF na farmácia.
Telefone na loja.
Data de nascimento em um cadastro.
E-mail para acessar um serviço.
Endereço para fazer uma compra.
Informações pessoais são fornecidas diariamente , muitas vezes sem que se saiba exatamente por que são necessárias ou o que acontecerá com elas depois.
O problema não está apenas em entregar um dado.
Está no que pode ocorrer quando essas informações começam a circular.
Isoladamente, podem parecer banais.
Reunidas, entretanto, identificam uma pessoa com enorme precisão.
Acrescentem-se profissão, renda aproximada, hábitos de consumo, compras realizadas, locais frequentados ou serviços contratados e já se torna possível construir um perfil bastante detalhado.
As consequências dessa circulação já fazem parte da vida cotidiana e, muitas vezes, somente são percebidas quando surge um problema concreto.
Há pessoas que descobrem contas bancárias abertas em seu nome que jamais solicitaram, empréstimos que nunca contrataram ou serviços registrados com seus dados.
Em outras situações, informações pessoais são utilizadas para a emissão de boletos falsos, clonagem de cartões, invasão de contas digitais ou outras modalidades de fraude.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhavitoria.com.br — o conteúdo pertence a Folha Vitória.