YouTube terá novas ferramentas de IA e dublagem até o final de 2026
O YouTube ( Android , iOS ) lançará novas ferramentas de inteligência artificial e dublagem até o final de 2026, que devem beneficiar especialmente os criadores de conteúdo, público essencial da plataforma.
Nos últimos quatro anos, o YouTube pagou cerca de US$ 100 bilhões a produtores de conteúdo.
No Brasil, esse ecossistema representou R$ 6 bilhões do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, que, ao todo, ultrapassou R$ 12 trilhões, segundo o IBGE.
A plataforma afirma que, no último ano, o ecossistema criativo gerou cerca de 150 mil empregos diretos.
Os novos recursos, apresentados nesta quarta-feira, 7, são baseados em quatro pilares estratégicos: Negócios, Criação, Fandom e Descoberta.
Negócios No primeiro eixo, a plataforma anunciou que o YouTube Shopping terá uma parceria com a Amazon, o que permitirá aos criadores de conteúdo marcar produtos comercializados pela varejista.
Atualmente, o YouTube permite a marcação de produtos de diferentes lojas online, como Beleza na Web, Época Cosméticos, Magalu, Mercado Livre, Natura, O Boticário e Shopee, entre outras.
Ainda nessa frente, a plataforma expandirá seu programa de vendas internacionais, o que também aumentará as possibilidades de tagueamento em produções audiovisuais.
O YouTube pretende alcançar outros 35 mercados na África, América Latina, Ásia e Europa.
Recentemente, a vertical chegou à Inglaterra.
A plataforma também pretende ampliar o escopo do Ask Studio aos streamers, para que a ferramenta seja utilizada na produção automática de media kits e propostas comerciais para empresas interessadas.
Criação O pilar de Criação é especialmente pautado em inteligência artificial.
O Ask Studio, assistente de IA, ganhará uma versão mobile e passará a ter uma dinâmica proativa para identificar vídeos do canal com potencial de crescimento.
Uma vez identificados, o Ask Studio sugerirá automaticamente títulos e miniaturas compatíveis com as tendências atuais.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.mobiletime.com.br — o conteúdo pertence a Mobile Time.