quarta-feira, 28 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Ondas de calor e poluição aumentam risco de AVC em idosos, constata estudo› FAPESP Week destaca aumento da colaboração científica entre Brasil e Países Baixos nos últimos anos› FAPESP e NWO renovam acordo e projetam expansão da cooperação científica› TV Cultura estreia série que aproxima a ciência do público› Em 1996, dirigente da National Science Foundation (NSF) destacou o modelo de financiamento da FAPESP› UFSCar e Unesp oferecem mestrado conjunto em ciências fisiológicas› Cinema Científico do Instituto Principia: Além da Morte› Festa Literária e Cultural da Unicamp› Snapchat enfrenta 1º júri por vício em redes sociais ao lado da Meta› ANPD pune prefeitura por expor dados médicos de 1.241 pessoas› Ondas de calor e poluição aumentam risco de AVC em idosos, constata estudo› FAPESP Week destaca aumento da colaboração científica entre Brasil e Países Baixos nos últimos anos› FAPESP e NWO renovam acordo e projetam expansão da cooperação científica› TV Cultura estreia série que aproxima a ciência do público› Em 1996, dirigente da National Science Foundation (NSF) destacou o modelo de financiamento da FAPESP› UFSCar e Unesp oferecem mestrado conjunto em ciências fisiológicas› Cinema Científico do Instituto Principia: Além da Morte› Festa Literária e Cultural da Unicamp› Snapchat enfrenta 1º júri por vício em redes sociais ao lado da Meta› ANPD pune prefeitura por expor dados médicos de 1.241 pessoas
Economia

IA, armazenamento, minerais: quais serão as tendências de energia até 2050?

Startups.com.br ·
IA, armazenamento, minerais: quais serão as tendências de energia até 2050?

Energia solar | Foto: Canva Quais são as principais tendências de energia para os próximos 25 anos, e onde o Brasil tem seu papel a cumprir? Essas são as perguntas que o relatório 10 Energy Megatrends 2026, produzido pelo Energy Summit e pela MIT Technology Review Brasil , com apoio da Deloitte , tenta responder, a partir de uma triagem de mais de 60 macrotendências tecnológicas e regulatórias.

As duas com horizonte imediato, de 2026 a 2028, são as que já estão na mesa de quem decide: a relação de mão dupla entre inteligência artificial e energia, e os sistemas de armazenamento e flexibilidade.

A primeira é a que tem número.

O consumo elétrico de data centers deve superar 950 TWh em 2030, segundo projeção da Agência Internacional de Energia citada no estudo.

Isso coloca a oferta de energia como fator determinante para a expansão da economia digital e, do outro lado, transforma a própria IA em ferramenta para prever geração renovável e operar o sistema elétrico.

Para o Brasil, o relatório aponta a matriz renovável e a transmissão como vantagens competitivas, com uma ressalva importante.

Essa vantagem só tem a chance de se concretizar com a intensificação de investimentos e de maior agilidade nas conexões à rede.

“A demanda por energia vai crescer junto com a inteligência artificial, a eletrificação, a digitalização e a reindustrialização.

Isso exige adicionar soluções, combinar tecnologias e construir um sistema muito mais flexível, integrado e resiliente”, diz Hudson Mendonça, CEO do Energy Summit .

O que vem depois Depois das duas primeiras tendências, os prazos se alongam rápido.

Minerais críticos e valor industrial aparecem entre 2027 e 2032.

Robótica e IA física em óleo e gás, biorrefinarias e combustíveis renováveis, bioeconomia florestal e infraestrutura para mobilidade elétrica se concentram são as previsões seguintes, que devem ganhar força a partir de 2030.

Depois vem a parte longa.

Hidrogênio verde marítimo e combustíveis sintéticos ficam entre 2030 e 2038.

Ler a notícia completa no Startups.com.br ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em startups.com.br — o conteúdo pertence a Startups.com.br.

Mais de Startups.com.br

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›