Do bônus trocado por uma moto ao Flamengo: Jonas diz como virou o "Schweinsteiger do Sertão"
Jonas brinca com o apelido de "Schweinsteiger do Sertão" Jonas Sousa abriu mão do bônus do primeiro contrato profissional para comprar uma moto e facilitar o caminho até os treinos no Piauí.
Anos depois, chegaria ao Flamengo carregando um apelido improvável: "Schweinsteiger do Sertão".
Hoje no Operário-MS, o volante de 35 anos revisitou ao ge a trajetória que começou na periferia de Teresina, passou pelo Sampaio Corrêa, ganhou projeção nacional no Flamengo e seguiu por Croácia, Arábia Saudita, Bahia e Retrô.
A comparação com o ex-meio-campista alemão Bastian Schweinsteiger, campeão do mundo em 2014, virou marca de carreira.
Jonas diz que a associação vinha mais da aparência do que do estilo de jogo. – Os caras me chamavam mais de Schweinsteiger do Maranhão, Schweinsteiger do Sertão.
Eu até acompanhava o Schweinsteiger jogando no futebol alemão.
Era mais ou menos parecido, né? Era muito mais qualidade, não tinha aquele muito poder de marcação que eu tinha, mas jogava muito — disse, antes de prosseguir: – Ele era um volante mais meia, armava muito bem para controlar o jogo.
Mas eu acho que eles me comparavam mais pelo rosto, pela fisionomia ali, pela minha aparência.
Porque em futebol o homem tinha de sobra, era um craque.
Então foi uma honra, assim, um privilégio – analisou.
Bastian Schweinsteiger e Jonas Sousa, o "Schweinsteiger do Sertão", lado a lado Reprodução Segundo Jonas, o apelido nunca foi um peso.
Pelo contrário: serviu como motivação. – Isso te induz a ser melhor do que tu é.
Às vezes o cara faz essa junção e aí tu começas a querer se empolgar para estar sempre melhor do que tu és.
Depois disso aí, para ter ideia, comecei a acompanhar mais, comecei assistir o vídeo, os jogos dele, então eu achei que foi uma coisa bacana.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em ge.globo.com — o conteúdo pertence a ge.