Pedidos de prorrogação do horário de votação: veja cronologia
Zanin, ministro do STF, prorroga votação em todo país até às 19h As campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) acionaram o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar ampliar o horário de votação no segundo turno, neste domingo (25), após relatos de dificuldades enfrentadas por eleitores para chegar às seções eleitorais.
O ministro Cristiano Zanin, do STF, determinou a prorrogação da votação até as 19h em todo o país.
A decisão, no entanto, foi divulgada pouco depois das 17h, quando parte das seções eleitorais já havia encerrado os trabalhos.
Em alguns locais, as urnas já tinham sido fechadas ou até mesmo entregues à Justiça Eleitoral, o que impediu a aplicação da medida.
Às 17h49, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, assinou um ofício orientando as seções eleitorais que ainda estavam abertas a permanecer em funcionamento até as 19h.
Posteriormente, Zanin esclareceu que a prorrogação deveria valer apenas para as seções em que as urnas ainda estavam abertas no momento de sua primeira decisão.
Entenda a cronologia dos fatos: 13h22: Um pedido da campanha do PT é distribuído por sorteio no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O partido solicita a apuração de problemas na oferta de transporte público coletivo em Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas, na Bahia.
O caso chega ao gabinete do presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, às 13h54.
13h37: O PT também aciona a Corregedoria-Geral Eleitoral sobre os problemas no transporte público nos três municípios baianos.
Às 14h31, o corregedor, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, determina que as presidências do TSE e do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) sejam comunicadas e solicita informações ao tribunal regional sobre a situação.
Por volta das 15h: Advogados do PT solicitam a prorrogação do horário de votação em todo o país.
15h27: Um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) para ampliar o horário de votação é distribuído por sorteio no TSE.
O partido aponta dificuldades enfrentadas por eleitores em municípios de São Paulo, Paraná e Santa Catarina devido a chuvas, alagamentos, deslizamentos e falta de energia.
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