Novo vírus para Android usa anúncios no Instagram e Facebook para invadir celulares
Uma nova ameaça mira usuários de aparelhos Android por meio de anúncios fraudulentos nas redes sociais da Meta .
O vírus, batizado como “StreamRat”, atua como um cavalo de Troia bancário e concede aos criminosos o controle quase total dos aparelhos infectados.
A campanha usou como isca uma falsa plataforma gratuita de streaming de televisão e alcançou cerca de 570 mil contas na União Europeia, com foco principal na Espanha.
A Meta não se manifestou sobre a veiculação dos anúncios fraudulentos em suas plataformas.
O esquema operou entre 11 de junho e 3 de julho e, além das redes vinculadas à Meta, teve registros de atividade no TikTok.
O s usuários atraídos pelas publicações foram direcionados para sites fraudulentos que ofereciam o download do falso aplicativo de vídeo.
O número de aparelhos infectados e de vítimas com prejuízos financeiros ainda não foi divulgado.
A descoberta partiu de pesquisadores da empresa de cibersegurança ThreatFabric.
Em relatório técnico publicado nesta quarta-feira (2), a companhia identificou que os criadores do malware possuem alto nível técnico e experiência prévia no desenvolvimento de softwares maliciosos para o sistema operacional do Google .
Painel da biblioteca de anúncios da Meta mostra a campanha fraudulenta “Streamtv Esp” com alcance estimado em mais de 570 mil contas na União Europeia (Reprodução/ThreatFabric) “Há poucas dúvidas de que o StreamRat é uma ameaça nova e tecnicamente sofisticada, desenvolvida por indivíduos com experiência prévia no ecossistema de malware para Android”, afirmou a ThreatFabric, em análise sobre a campanha .
Operação por trás do golpe O golpe exige que a vítima autorize uma série de permissões no celular após baixar o arquivo fora da loja oficial Google Play.
A primeira armadilha surge com a solicitação do aplicativo para ser configurado como a tela inicial padrão do aparelho.
Assim, toda vez que a pessoa pressiona o botão de início para tentar sair da página, o sistema a redireciona de volta para a tela dos criminosos.
O programa pede, em seguida, autorização para criar uma conexão de rede privada virtual (VPN).
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.tecmundo.com.br — o conteúdo pertence a TecMundo.