Na IA, o hype de hoje é a banalidade de amanhã
O ser humano detesta ficar de fora de alguma tendência e, com isso, surge o hype .
Um grupo de pessoas começa a falar de algo, outras ouvem falar e também não querem ficar de fora.
Ficam com FOMO, fear of missing out , o famoso medo de ficar de fora.
Estamos acostumados a associar hype ao momento em que as expectativas correm muito à frente da realidade.
Exemplos recentes são o hype do bitcoin, que indicava o topo de um ciclo, e normalmente quem entrava no hype perdia dinheiro logo em seguida.
A mesma coisa aconteceu com as NFTs, metaverso, clubhouse… Desde que a inteligência artificial generativa veio ao mundo, em novembro de 2022, com o ChatGPT, ela está no hype .
Uma grande diferença que vejo entre o hype da IA e outros hypes de tecnologia é que, agora, o hype se torna realidade e muito rápido.
Vamos ver o maior hype da IA de cada ano desde o seu lançamento, e eu gostaria que vocês observassem o quanto o ápice da tecnologia daquele ano hoje já é “mixaria”.
Em 2023, as pessoas começaram a usar o ChatGPT.
A experiência era legal, mas o modelo ainda errava muito.
As empresas ficaram desesperadas para aplicar IA generativa e surgiu uma enxurrada de chatbots que funcionavam a partir de dados internos.
Sendo sincero, a maioria desses projetos morreu, porque não gerava um valor real, mas hoje, com MCPs, skills, Claude Code/Cowork e o GPT Work, perguntar coisas pro modelo e ele ter contexto sobre você e a sua empresa é tão simples quanto pedir pro modelo escrever um e-mail para o seu chefe.
Em 2024, o hype era multimodalidade.
O modelo do GPT começou a ficar muito bom em texto, mas faltava a capacidade de processar imagens, áudio, vídeo… O tempo passou e hoje conseguimos não só processar essas informações como também gerá-las.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.tecmundo.com.br — o conteúdo pertence a TecMundo.