sábado, 22 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Oscilações periódicas de tensão permitem ‘enxergar’ o interior de baterias de lítio Vírus letal reduz em 83% população de pererecas em reserva da Mata Atlântica Estudo define indicadores para orientar a restauração de campos úmidos no Cerrado VÍDEO | Semente de moringa pode remover microplásticos da água Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades da Unicamp oferece duas vagas de doutorado Centro de Estudos de Cultura Contemporânea comemora 50 anos com colóquio Inteligência artificial e cuidado integrado nas Apaes Biografia de Carlos Lacerda narra virulência com que defendeu do comunismo ao golpismo Deputada dos EUA vê tentativa de Trump de interferir na eleição do Brasil e diz que democratas agirão Na semana da descoberta de petróleo no Brasil, China anuncia plano para reduzir consumo Oscilações periódicas de tensão permitem ‘enxergar’ o interior de baterias de lítio Vírus letal reduz em 83% população de pererecas em reserva da Mata Atlântica Estudo define indicadores para orientar a restauração de campos úmidos no Cerrado VÍDEO | Semente de moringa pode remover microplásticos da água Centro de Pesquisa em Obesidade e Comorbidades da Unicamp oferece duas vagas de doutorado Centro de Estudos de Cultura Contemporânea comemora 50 anos com colóquio Inteligência artificial e cuidado integrado nas Apaes Biografia de Carlos Lacerda narra virulência com que defendeu do comunismo ao golpismo Deputada dos EUA vê tentativa de Trump de interferir na eleição do Brasil e diz que democratas agirão Na semana da descoberta de petróleo no Brasil, China anuncia plano para reduzir consumo
Últimas

Na semana da descoberta de petróleo no Brasil, China anuncia plano para reduzir consumo

UOL Notícias ·
Na semana da descoberta de petróleo no Brasil, China anuncia plano para reduzir consumo

Jornalista, mestre em Estudos da China pela Academia Yenching (Universidade de Pequim) e em Assuntos Globais pela Universidade Tsinghua

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

A presidente da Petrobras , Magda Chambriard, confirmou na segunda-feira (17), ao lado de Lula (PT), a descoberta de petróleo no poço Morpho, na Foz do Amazonas . Coincidentemente, no mesmo dia a China publicou a parte do novo plano quinquenal que trata de petróleo e gás. São 16 páginas em nove capítulos com mudanças que devem impactar o mercado energético (e as exportações) do Brasil.

A alfândega chinesa registrou 5,03 milhões de toneladas de petróleo vindas do Brasil em março, alta de 154% em um ano. Segundo o Conselho Empresarial Brasil-China, os chineses levaram 57% das exportações brasileiras em valor no trimestre, contra 45% em 2025. O salto colocou o país em quinto lugar entre os fornecedores da China no ano passado, atrás apenas de Rússia, Arábia Saudita, Malásia e Iraque.

O documento responde à pergunta sobre a origem do óleo até 2030 com uma lista quase inteiramente interna. Fixa oferta doméstica de 440 milhões de toneladas equivalentes de petróleo, manda erguer sete bases produtoras estratégicas e exige reposição consistente de reservas cuja dimensão ninguém sabe exatamente.

Pequim também determina bases de carvão para líquidos e gás em Ordos, Yulin, Zhundong e Hami, classificadas como reserva de capacidade e de tecnologia. O plano manda ainda encolher o parque de refino e, ao mesmo tempo, preservar folga (classificada como "camada industrial de amortecimento da segurança petrolífera"), e fixa o pico do consumo chinês de petróleo dentro deste quinquênio.

Mas surpreendente mesmo foi o pouco destaque dado à importação. O tema, crucial nas últimas décadas para sustentar a indústria, ficou restrito a um capítulo de um parágrafo só.

Receba no seu email os grandes temas da China explicados e contextualizados

A ausência do Brasil poderia ser atribuída ao estilo e à pouca especificidade do texto, mas o anexo do próprio documento desmente essa leitura. Dos 16 projetos de duto listados, dois cruzam a fronteira, e os dois trazem gás russo —a linha do Extremo Oriente até Shijiazhuang e a duplicação do trecho entre Heihe e Daqing.

O economista Lin Boqiang, da Universidade de Xiamen, resumiu a lógica do documento como um esforço para "derrubar a dependência externa de petróleo e gás". Parece protocolar, mas é resposta direta ao risco escancarado pela crise no estreito de Hormuz .

A China importou 578 milhões de toneladas de cru em 2025, alta de 4,4%, e o consumo entra em platô, não em queda. O instituto de pesquisa da CNPC, a maior estatal chinesa do setor, projetou em fevereiro dependência externa em torno de 70% até 2030.

Mas derrubar não vai significar zerar, e o barril brasileiro não será expulso do mercado chinês. A consequência direta, então, será menos imediata, concentrada na perda da rota de crescimento dos últimos dois anos.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›