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Queimadas forçam animais a fugir para áreas urbanas no oeste do Pará

G1 ·
Queimadas forçam animais a fugir para áreas urbanas no oeste do Pará

Animais silvestres são forçados a abandonar a floresta e buscar refúgio em áreas urbanas devido à destruição de seus habitats pelas queimadas.

Esrom Paixão Biólogo/ Zoounama O avanço das queimadas na Amazônia neste período de estiagem severa acendeu um alerta para os impactos dos incêndios florestais sobre a fauna silvestre no oeste do Pará.

Sem abrigo e alimento na floresta destruída pelo fogo, animais de diversas espécies estão abandonando seus habitats naturais e buscando refúgio em áreas rurais e urbanas. ✅ Clique aqui e siga o canal g1 Santarém e Região no WhatsApp De acordo com o biólogo Esrom Paixão, responsável técnico do Zoológico da Unama (Zoounama), a fuga é uma reação direta de sobrevivência.

Ao entrarem nas cidades, esses animais ficam expostos a novos perigos, como atropelamentos em rodovias, choques na rede elétrica e ataques de cães domésticos.

Espécies como macacos e bichos-preguiça estão entre as que mais costumam aparecer em áreas habitadas.

“Os animais que estão na região pegando fogo tendem a se afugentar para a cidade.

Eles acabam invadindo áreas rurais e urbanas porque precisam encontrar abrigo e alimento”, explica o biólogo.

O especialista alerta que a população nunca deve tentar capturar, tocar ou espantar os animais, mesmo aqueles que parecem inofensivos.

Assustados ou feridos, eles podem reagir de forma agressiva para se defender.

A recomendação é manter a distância e afastar crianças e animais de estimação.

Ao encontrar um animal silvestre em perigo ou fora de seu habitat, os moradores devem acionar imediatamente os órgãos ambientais e de segurança pública para que o resgate seja feito de forma adequada.

O serviço pode ser solicitado ao Corpo de Bombeiros, pelo número 193, à Polícia Militar Ambiental ou ao Ibama.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.

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