Justiça proíbe Rico Melquíades de fazer assédio eleitoral contra funcionários
MP eleitoral pede investigação de Rico Melquiades por coação eleitoral contra funcionárias A Justiça do Trabalho determinou que o influenciador digital Rico Melquíades não pratique assédio eleitoral contra seus empregados.
A decisão, da 11ª Vara do Trabalho da Capital, foi concedida no sábado (19), após pedido do Ministério Público do Trabalho em Alagoas (MPT-AL). 📱Participe do canal do g1 Alagoas Rico publicou um vídeo, no sábado (12), em que aparece questionando as funcionárias sobre quem paga os salários delas e dizendo que quem fosse petista seria demitida (veja acima).
O g1 tenta contato com a defesa do influenciador, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
“Não quero petista aqui dentro [de casa] também.
Você é PT, Manuela? Responda.
Você vai ser PT, Manuela? Está demitida.
Traga a sua carteira [de trabalho].
Vai para a rua, viu? Pode trazer a sua carteira”, disse o influenciador no vídeo.
Manuela responde aos questionamentos apenas com um “aham”.
Outra funcionária, que não teve o nome revelado no vídeo, afirmou que era petista, mas que, por causa do trabalho, desistiu de apoiar candidatos da legenda.
Decisão e multa Em caso de descumprimento, foi estabelecida multa de R$ 300 mil por infração, a cada constatação e por trabalhador prejudicado.
Segundo a decisão, a proximidade das eleições aumenta o risco de continuidade das condutas apontadas pelo MPT.
O juízo afirmou que é necessária uma resposta capaz de interromper as práticas e impedir que elas sejam repetidas contra outros trabalhadores.
Na sexta-feira (18), o MPT-AL havia ajuizado uma ação civil pública contra o influenciador.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Alagoas.