Eleição 2026: o voto do medo vai decidir o Brasil?
A eleição presidencial caminha para um terreno conhecido, mas ainda mais perigoso: o eleitor poderá escolher não o candidato em quem mais confia, mas aquele que considera menos arriscado.
Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! O dado mais recente do Datafolha resume esse ambiente.
Lula e Flávio Bolsonaro aparecem com a mesma rejeição: 47% dos entrevistados dizem que não votariam de maneira alguma em cada um deles.
É um empate impressionante.
Mas que pode enganar.
Os números são iguais.
As razões da rejeição, não.
A ciência política chama esse comportamento de partidarismo negativo.
O eleitor pode não admirar profundamente um candidato, mas sabe com clareza quem deseja derrotar.
É o voto construído pelo medo, pela raiva ou pela desconfiança.
No Brasil, o antipetismo e o anti bolsonarismo tornaram-se identidades políticas.
Há pessoas que não se consideram de direita, mas votam contra o PT.
Outras não são propriamente de esquerda, mas escolhem Lula para impedir a volta da família Bolsonaro ao poder.
Isso ajuda a explicar um aparente paradoxo.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.canalrural.com.br — o conteúdo pertence a Canal Rural.