Prefeita de Praia Norte volta a ser afastada do cargo pela Justiça
Prefeita Bruna Gabrielle foi afastada da prefeitura pela Justiça Reprodução/Justiça Eleitoral Em uma nova decisão publicada nesta sexta-feira (21), a Justiça Estadual voltou a afastar a prefeita Bruna Gabrielle (PSD).
Ela deverá permanecer fora do cargo por mais 90 dias, até 8 de novembro.
Segundo a decisão, o prazo é improrrogável.
Durante o período, a prefeita continuará recebendo integralmente sua remuneração.
Bruna Gabrielle é investigada por supostas fraudes em contratos públicos e também é alvo de pedidos de impeachment na Câmara de Vereadores.
A defesa da prefeita informou que recebe com serenidade toda decisão judicial e, assim que for regularmente citada, tomará as medidas judiciais que entender adequadas. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp A decisão é do juiz Jefferson David Asevedo Ramos, da 1ª Vara de Augustinópolis.
Segundo o documento, o novo afastamento é fundamentado no risco de comprometimento da instrução processual.
Durante o período em que a prefeita esteve afastada, a gestão interina realizou auditorias administrativas e identificou indícios de irregularidades no contrato nº 72/2025, destinado a obras de pavimentação e com valor original de R$ 1.089.315,00.
Relatórios preliminares apontaram pagamentos de R$ 780.717,72 para a execução de cerca de 230 metros de pavimentação, de um total contratado de 930 metros.
LEIA MAIS Justiça determina retorno de prefeita afastada no Tocantins; entenda Câmara aceita dois pedidos de impeachment contra prefeita afastada de Praia Norte Agora no g1 O juiz também considerou que o retorno ao cargo poderia comprometer a instrução processual, pois devolveria à prefeita plenos poderes de direção sobre secretarias, departamentos e servidores responsáveis pela guarda e elaboração de documentos relacionados às investigações.
A decisão também levou em conta o histórico documentado de dificuldade de acesso externo a documentos durante a gestão investigada.
Afastamento e retorno Bruna Gabrielle Neves Pires de Araújo é investigada em uma Ação Civil de Improbidade Administrativa ajuizada pelo Ministério Público do Estado do Tocantins (MPTO).
O primeiro afastamento cautelar foi determinado entre 13 de maio a 10 de agosto de 2026, por 90 dias.
Durante o período, o Município de Praia Norte, sob gestão interina, ingressou no processo e solicitou a prorrogação da medida cautelar.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Tocantins.