O que Renato Russo estaria fazendo hoje? Companheiros de Legião Urbana falam do amigo, 30 anos depois de sua morte
O que Renato Russo estaria fazendo hoje? Companheiros de Legião Urbana falam do amigo, 30 anos depois de sua morte Trinta anos após a morte de Renato Russo, a influência do cantor e compositor continua presente na música brasileira.
Líder da Legião Urbana e autor de algumas das canções mais marcantes do rock nacional, Renato segue sendo lembrado não apenas pela obra que deixou, mas também pela personalidade e pela forma como enxergava o mundo.
Em reportagem exibida pelo Fantástico, os músicos Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, parceiros de Renato na Legião Urbana, relembraram histórias do amigo e refletiram sobre o legado que atravessa gerações.
Veja a reportagem completa acima. 'Livraria absurda de textos e música' Descrito pelos companheiros como alguém de vasta cultura e senso crítico apurado, Renato era, nas palavras de Dado, uma espécie de "livraria absurda de textos e música".
Já Bonfá destacou o humor refinado e a inteligência do cantor, características que ajudaram a moldar uma das obras mais influentes da música brasileira.
Carioca criado em Brasília, Renato Russo transformou experiências pessoais, reflexões políticas e questões existenciais em letras que continuam encontrando novos ouvintes décadas depois.
Canções como "Tempo Perdido", "Pais e Filhos", "Eduardo e Mônica" e "Faroeste Caboclo" seguem entre as mais conhecidas do repertório do grupo.
Para Dado Villa-Lobos, a permanência dessas músicas está ligada à capacidade de Renato de escrever sobre temas universais.
Segundo ele, o compositor buscava criar letras que pudessem ser compreendidas em diferentes épocas e lugares, evitando referências excessivamente datadas.
Isso ajudou a transformar suas canções em obras que continuam atuais para públicos de diversas gerações.
A força da conexão de Renato com o público também foi um dos pontos lembrados pelos ex-companheiros de banda.
No palco, ele tinha um poder de comunicação raro.
"Parecia que ele estava cantando para você", recordou Bonfá ao falar sobre a capacidade do cantor de transformar letras pessoais em experiências coletivas.
Legado que atravessa gerações Ao longo da entrevista, Dado e Bonfá destacaram que a Legião Urbana deixou uma obra com relevância ética, estética, poética e cultural, capaz de dialogar com diferentes momentos da sociedade brasileira.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Pop & Arte.