Petrobras (PETR4) bate recorde de produção de petróleo e gás no 3T26, com alta de 11,7% em um ano
Com o operacional tinindo novamente, a Petrobras (PETR4) entregou mais um trimestre de recordes na produção entre julho e setembro de 2026, segundo o relatório divulgado nesta quarta-feira (28).
No período, a produção própria de petróleo, líquidos de gás natural (LGN) e gás natural alcançou 3,512 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), superando o recorde anterior de 3,336 milhões de boed, registrado no segundo trimestre de 2026.
O volume representa alta de 5,3% ante o 2T26 e de 11,7% em relação ao mesmo período de 2025.
A companhia atribuiu o avanço à maior eficiência operacional — que atingiu o melhor nível desde o quarto trimestre de 2018 —, ao aumento gradual da produção das plataformas P-78 e P-79, em Búzios, e ao avanço do FPSO Alexandre de Gusmão, em Mero.
A Petrobras também registrou menos perdas por paradas para manutenção.
Pré-sal puxa avanço da produção A produção de óleo e LGN no Brasil alcançou 2,832 milhões de barris por dia, crescimento de 5,3% na comparação trimestral e de 12,4% em um ano.
O pré-sal respondeu por boa parte do resultado: foram 2,454 milhões de barris por dia, alta de 6,7% ante o 2T26 e de 15,9% frente ao 3T25.
No campo de Mero, o FPSO Alexandre de Gusmão chegou a um novo pico de produção de 190 mil barris por dia, após alcançar a capacidade originalmente prevista em projeto, de 180 mil barris diários.
Já o FPSO Sepetiba atingiu pico diário de 212 mil barris em setembro.
Em Búzios, o Almirante Tamandaré registrou média mensal recorde de 263 mil barris por dia em julho.
As plataformas do campo também superaram, pela primeira vez, a marca de 11 milhões de metros cúbicos diários de exportação de gás natural.
A produção total operada — que inclui a parcela dos parceiros nos campos — atingiu 5,082 milhões de boe/d, novo recorde e avanço de 4,4% ante o trimestre anterior.
Vendas de derivados sobem; diesel tem recorde No refino, as vendas de derivados no mercado interno somaram 1,854 milhão de barris por dia, alta de 6,4% na comparação trimestral.
Diesel e querosene de aviação (QAV) foram os destaques, com aumentos de 14,4% e 9,9%, respectivamente.
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