Auditoria aponta irregularidades em reformas de R$ 10,8 milhões em duas escolas estaduais do RJ
Auditoria aponta irregularidades em reformas de R$ 10,8 milhões em duas escolas estaduais do RJ Uma auditoria do governo do Rio de Janeiro apontou irregularidades em reformas de duas escolas estaduais que custaram, juntas, quase R$ 11 milhões.
As obras foram contratadas sem licitação por meio do Sistema Descentralizado de Pagamento (SDP), mecanismo criado para permitir que escolas façam pequenos reparos de forma mais rápida.
Segundo os auditores, porém, as intervenções realizadas no Ciep Brizolão 130, em Itaboraí, e no Colégio Estadual Baldomero Barbará, em Barra Mansa, não se enquadravam como pequenos reparos nem como obras emergenciais.
Para os técnicos, os serviços extrapolaram a finalidade legal do repasse.
No Ciep 130, foram declarados gastos de R$ 4.971.454,08.
A escola passou por intervenções na fachada, no pátio, nas salas de aula, nos banheiros, na quadra poliesportiva, na biblioteca e na cozinha.
No Colégio Estadual Baldomero Barbará, em Barra Mansa, a reforma custou R$ 5.920.512,46.
As duas obras foram pagas por meio das Associações de Apoio à Escola, entidades que podem contratar serviços sem licitação, desde que os gastos sejam destinados à manutenção, conservação e pequenos reparos.
Auditoria aponta irregularidades em reformas de R$ 10,8 milhões em duas escolas estaduais do RJ Reprodução/TV Globo A auditoria também encontrou indícios de irregularidades na disputa entre as empresas que apresentaram propostas para realizar as obras. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular.
Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio.
Baixe o GloboPop.
No Ciep 130, a empresa M2GA Obras e Reformas foi a vencedora, com desconto de 4% em relação ao orçamento feito pelo Estado.
No Colégio Baldomero Barbará, a Resolve Construções também apresentou desconto de 4%.
Nas duas contratações, outras empresas ofereceram descontos de 3% e 1%, mas acabaram desclassificadas porque apresentaram certidões vencidas.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rio de Janeiro.