Grupo protocola pedido no Conselho da Ponte para votar cassação de presidente e vice
Ponte Preta empata com o Náutico e chega a 16 jogos sem vencer Um grupo protocolou no Conselho Deliberativo da Ponte Preta um requerimento para pedir a convocação de uma Assembleia Geral Extraordinária com o objetivo de votar a cassação (destituição) do presidente Luiz Torrano e do primeiro vice-presidente Marco Antonio Eberlin em meio à grave crise financeira que o clube atravessa. + ge Ponte Preta tem canal no WhatsApp; clique aqui para seguir! + Veja mais notícias da Macaca no ge O documento tem a assinatura de 158 conselheiros, entre eleitos titulares, suplentes, natos titulares, natos suplentes e contribuintes.
Segundo os responsáveis pelo movimento, todos se enquadram no artigo 43 do estatuto possuem situação regular e estão aptos para participar de uma Assembleia Geral.
Entre as condições previstas estão ter pelo menos 24 meses de associação, estar em dia com a contribuição mensal e no pleno gozo dos direitos associativos, além de ter mais de 18 anos e não manter vínculo profissional remunerado com o clube, ressalvadas as exceções previstas no próprio Estatuto.
Luiz Torrano, presidente da Ponte, ao lado do vice Eberlin Marcos Ribolli O documento também diz que, na visão dos autores, as reivindicações estão de acordo com o Estatuto.
O artigo 47, inciso primeiro, estabelece que a Assembleia Geral pode tratar, entre outros assuntos, da destituição ou de representações contra o presidente do Conselho Deliberativo, presidente do Conselho Fiscal, presidente e primeiro vice-presidente da Diretoria Executiva.
Pelo artigo 48 do Estatuto, a convocação de uma AGE pode ser feita pelo presidente do Conselho Deliberativo ou por um quinto dos associados que atendam aos requisitos previstos no artigo 43.
Já para basear o pedido de votação para cassação de Torrano e Eberlin, o requerimento cita o artigo 17, que trata de gestão irregular ou temerária. — É público, notório e amplamente documentado que a Associação Atlética Ponte Preta atravessa uma das maiores crises administrativas, financeiras, esportivas e institucionais de seus mais de cento e vinte anos de existência.
A atual administração, presidida pelo Sr Luís Alves Torrano, tendo como primeiro Vice-presidente o Sr Marco Antônio Eberlin, assumiu a condução da entidade com a obrigação estatutária de preservar seu patrimônio, garantir a estabilidade financeira e administrar seus recursos com diligência, transparência e responsabilidade.
Entretanto, a realidade atualmente vivenciada demonstra cenário absolutamente incompatível com esses deveres estatutários — diz um trecho do documento.
Agora, o documento protocolado será analisado pelo presidente do Conselho Deliberativo, José Armando Abdalla Júnior.
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