Na discussão do Bolsa Família, há divisão entre investidores locais e estrangeiros
Após a piora inicial dos ativos domésticos na esteira do anúncio do aumento do Bolsa Família, houve uma acomodação nos mercados locais, mas sem que os agentes financeiros locais desligassem o sinal de alerta.
Por outro lado, o investidor estrangeiro — que estava imerso em um dia bastante positivo nos mercados globais ontem — voltou a minimizar eventuais efeitos eleitorais da medida adotada pelo governo Lula.
“Foi bastante clara a divisão entre locais e estrangeiros”, comenta o estrategista de um grande banco em condição de anonimato ao mencionar discussões em grupos de investidores e conversas privadas com alguns participantes do mercado.
Entre os estrangeiros, as comparações feitas vão desde as medidas de Gustavo Petro na Colômbia até Bolsonaro em 2022, quando o benefício de R$ 600 do Auxílio Brasil foi transformado em lei antes da eleição.
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