Auxiliar do Palmeiras comenta punição a Abel e explica preparação para vencer reservas do São Paulo
Veja a entrevista de João Martins, auxiliar do Palmeiras, depois da vitória sobre o São Paulo João Martins, auxiliar de Abel Ferreira, comandou o Palmeiras, na vitória por 2 a 0 sobre o São Paulo, neste sábado, uma vez que o técnico cumpriu um de três jogo de suspensão, imposta pelo STJD, por causa do chute ao microfone em confronto com o Mirassol.
Ele comentou a punição ao treinador e a preparação da equipe alviverde, que terminou recebendo um adversário de escalação reserva. – Claro que nenhum de nós gosta de ficar sem nosso líder e comandante.
Nem comissão técnica, nem jogadores, nem o clube.
Mas tive uma disciplina, que é história do desporto, com uma professora fantástica que ensinou grandes histórias.
O trabalho do nadador nada tem a ver com futebolista, é individual – iniciou o auxiliar. – Há um estudo bom, que o futebol é a cara da sociedade do país.
Assim na Noruega, em Portugal e no Brasil.
Sempre gostei de estar informado, adoro ver Globo News, CNN.
Ao olhar as notícias está tudo dito – encerrou. + Siga o ge Palmeiras no WhatsApp Palmeiras 2 x 0 São Paulo | Melhores momentos | 27ª rodada | Brasileirão 2026 Mais notícias do Palmeiras: + Murilo leva terceiro cartão amarelo e desfalcará o Palmeiras + Vitor Roque decide, e Andreas é o melhor em vitória; dê suas notas Abel ainda ficará fora dos jogos contra Grêmio e Bahia pelas próximas duas rodadas do Palmeiras no Brasileiro.
Contra o São Paulo, neste sábado, apesar da proximidade com a partida de quarta-feira, em que visita a LDU pela volta das quartas de final da Conmebol Libertadores, o Palmeiras acionou força máxima.
Diferente do Tricolor de Dorival Júnior, que escolheu um time reserva para descansar atletas para a decisão com o Boca Juniors um dia antes, na terça-feira. – Não controlamos o trabalho da outra equipe.
Tomam as decisões deles, nós tomamos as nossas – disse João Martins.
João Martins em Palmeiras x São Paulo Fernando Mendes/RP FOTOPRESS/AGIF – Não nos preparamos para os 11 porque era quase impossível de prever, mas sabíamos que iam jogar com uma linha de cinco ou quatro, preparamos a pressão para um e outro.
Só isso...
Não preparamos a nível individual, porque podemos passar a informação a mais, se o Arboleda iniciar e não inicia.
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