Trump pressiona por encontro com Kim Jong Un ainda este ano
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O presidente dos Estados Unidos , Donald Trump , está pressionando seus assessores para que seja realizada ainda este ano uma reunião com o ditador norte-coreano Kim Jong-Un , afirmou o Wall Street Journal nesta terça-feira, citando autoridades norte-americanas.
Trump discutiu em caráter privado a possibilidade de organizar um encontro presencial com Kim durante sua próxima viagem à Ásia , que poderá ocorrer em novembro, por ocasião do Fórum de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico, em Shenzhen, na China, segundo o jornal.
A tentativa seria de retomar uma iniciativa diplomática de seu primeiro mandato para convencer Kim a abandonar o programa de armas nucleares de seu país.
De acordo com o Wall Street Journal, Trump pode estar buscando uma conquista de destaque na política externa, enquanto a vitória na guerra contra o Irã continua fora de alcance.
Analistas dizem não esperar avanços a partir desse possível encontro. Kim possui um arsenal nuclear que se tornou ainda mais poderoso desde as três cúpulas anteriores entre ele e Trump.
Seul, por sua vez, apoia o diálogo entre Washington e Pyongyang com a expectativa de uma estabilidade na região.
No ano passado, o presidente dos EUA tentou um encontro com Kim durante uma viagem pela Ásia e Pyongyang demonstrou estar aberta à possibilidade. No entanto, a logística era complexa para ser organizada em tão pouco tempo.
As manobras militares conjuntas entre a Coreia do Sul e os Estados Unidos serão encerradas na sexta-feira (21), antes do prazo originalmente previsto para 27 de agosto, informou nesta quarta-feira (19) o Exército sul-coreano, após o presidente Donald Trump afirmar que pediu a redução dos exercícios.
"Decidimos ajustar o período dos exercícios para que ocorram de 17 a 21" de agosto, seis dias antes da previsão original, declarou o Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul em comunicado.
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Na publicação de domingo na Truth Social, Trump criticou os exercícios com seu aliado, afirmando que eles não são apenas caros, mas também "enviam um sinal totalmente inadequado e hostil" à Coreia do Norte , país que, segundo ele, tem se mostrado respeitoso e "não ameaçador" desde seu retorno ao poder em 2025.
O presidente republicano também criticou diretamente a Coreia do Sul ao afirmar que o país se recusou a apoiar sua guerra contra o Irã.
As manobras estavam previstas para durar 11 dias e têm como objetivo preparar conjuntamente a defesa contra a Coreia do Norte, uma potência nuclear. Segundo as Forças Armadas sul-coreanas, porém, os exercícios foram reduzidos para cinco dias.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.