Manuel Pinho não é vítima, é um criminoso privilegiado que cumpriu a pena numa quinta
Este é mais um processo que merece estudo na justiça portuguesa e discussão pública.
Devido a uma combinação de decisões cautelares, a recusa do pagamento de uma caução logo em 2021 e os prazos legais de decisões e recursos judiciais, Manuel Pinho acabou por ficar detido confortavelmente numa quinta, com jardim e terreno de 1,5 hectares, durante quase cinco anos
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