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Hugo Boss troca presidente sob pressão do grupo Frasers

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Hugo Boss troca presidente sob pressão do grupo Frasers

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O presidente do conselho de supervisão da Hugo Boss, Stephan Sturm, vai deixar o cargo sob pressão do grupo britânico Frasers, que se tornou o maior acionista da empresa alemã. Sturm permanecerá em funções até ser escolhido um sucessor e abandonará o conselho a 15 de outubro, segundo o Financial Times .

A Frasers aumentou a sua participação na Hugo Boss para cerca de 48%, na sequência da oferta de aquisição lançada em junho, e já indicou que pretende elevar a posição para mais de 50%. O grupo britânico, proprietário da Sports Direct, da House of Fraser e da Flannels, é também um cliente relevante da Hugo Boss.

A saída de Sturm surge depois de a Frasers ter afirmado este mês que estava a reavaliar o apoio à sua permanência na presidência, após divergências no ano passado relacionadas com o pagamento de dividendos. Depois dessa posição da Frasers, a Hugo Boss encerrou o seu programa de recompra de ações.

A Frasers afirmou que a saída de Sturm foi acordada entre as duas partes após discussões sobre a composição do conselho de supervisão. O grupo pretende também nomear Robert Palmer, antigo secretário da Frasers, para o conselho da Hugo Boss, onde se juntaria a Michael Murray, presidente executivo da Frasers e genro de Mike Ashley , o fundador da Sports Direct e do grupo Frasers.

A Frasers entrou no capital da Hugo Boss em 2020 e tem vindo a reforçar participações em empresas do setor da moda. Este ano adquiriu 6% da Puma e, após a compra dos armazéns Harvey Nichols em agosto, passou a controlar uma rede com mais de 90 lojas de moda de luxo.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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